Extraído de: G1 - Globo.com  - 24 de Dezembro de 2009

Meu coração estávazio, diz avó após partida de Sean

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Ela informou que pretende visitar o neto o mais rapidamente possível.Segundo ela, o menino teve febre durante a noite de quarta.

"Meu coração está vazio e partido porque está faltando o nosso amor", disse Silvana Bianchi, a avó materna do menino Sean Goldman, de 9 anos, após o embarque do neto com o pai biológico, David Goldman, para os Estados Unidos nesta quinta-feira (24).

Segundo Silvana, este vai ser o pior Natal que a família vai passar e que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi uma covardia.

"Levar a criança no dia de Natal é um crime hediondo. Ele foi separado da irmã (Chiara, de 1 ano e 3 meses), isso é...

... ver notícia completa em: G1 - Globo.com

Autor: Alba Valéria Mendonça Do G1, no Rio

Comentários (155)

Eddie 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O filho não está sendo privado da companhia do pai? Não esse garoto que até o momento está sendo tratado pelos avós sem a mínima interferência do pai? Pelas brigas judiciais visíveis à imprensa, parece óbvio que o pai biológico seja um desafeto à "família brasileira" do garoto, virando um desafeto ao próprio filho. Vai virar moda os avós se meterem na educação dos netos e privarem os pais disto?

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luiz 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

maria da penha, não acredito que você consegue por a culpa no pai, se esse menino foi sequestrado e o pai nunca teve oportunidade de estar com o filho. isso é triste e mais triste é pessoas acharam que a culpa é de quem foi vítima nesse tempo todo, o próprio pai.

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Coffee Joe 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O Brasil assinou um tratado internacional. É a responsabilidade do Brasil honrar-la.
O menino foi sequestrado, e a pressão de supostas "familiares" não deve ter peso sobre o menino ou qualquer desicão judicial. Obrigar esse rapaz de 9 anos a escolher, no caso, enfezar um lado ou outro, está um novo crime acontecendo.

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Fátima 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Eu ficaria envergonhada como brasileira se o STF tivesse adotado uma decisão diferente e é "ridícula, arrogannte e abusiva" a posição adotada pelo Senado, quer dizer que a Justiça dos outros países "devem" se submeter ao que os americamos acreditam ser o certo?
Não estou sequer questionando as razões que fizerem a mãe da criança ter se separado do pai e voltado para o Brasil e refeito sua vida, será que ele é pelo menos confiável? Entretanto, neste caso o que importa é que a criança já está num ambiente onde se sente seguro e amada, e não é isto que importa? Que amor é este, do super pai, parece que o que importa é ficar com o garoto a qualquer custo, não importa se será feliz ou não.
Fico pensando no sofrimento dessa criança, da possibilidade de separar das pessoas que conhece e ama.

Claudio Andrade 21 de Dezembro de 2009 - 22:01:14

Fátima, não é uma lei americana de que estão falando e sim uma convenção internacional assinada por diversos países, inclusive o Brasil. Sua visão sobre ser amada e estar seguro, infelizmente é muito tacanha.

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Rodrigo Souza 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Depois que os juizes do supremo (que sao profundos conhecedores das leis) deram a ultima palavra no caso Batisti ao Lula (profundo iletrado em todas as areas, leia-se de passagem) a decisao da extradição, pode-se esperar de tudo agora desse supremo!!!

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JUAREZ... 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Concordo com a opiniao de Maria da Penha. O Brasil não terá o respeito das Nações se trilhar o caminho do desrespeito aos Tratados e Convenões Internacionais, passando a ser refúgio de assassinos comuns (caso Batisti) ou passando a dar razões a "tomadas" ilegais de menor. Se a mãe do garoto estivesse viva, deveria ficar com ele. Tendo ela falecido o filho deve ficar com o Pai.
JUAREZ TEIXEIRA

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 08:53:30

Juarez, fiquei confusa com seu comentário. A opinião da srª Mª da Penha é totalmente diversa da sua...

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MARCOS... 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Lucas, realmente acha que caso o Sr. David Goldman fosse uma pessoa com descrédito moral estaria todos esses anos lutando pela guarda de seu filho? Nos admira sua determinação e vontade, mesmo sabendo da dificuldade em ficar tanto tempo distante de seu ente,pois o tempo tende a ser uma borracha aos sentimentos de seu filho em relação a ele, principalmente no ambiente em que está vivendo...

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valci cardoso 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Várias são as opiniões a respeito do caso Sean, entretanto,os EEUU deveriam respeitar a decisão do STF e não ficar ameaçando retaliar o Brasil por um problema familiar, fazendo com que nossos Ministros fiquem na dependência da opinião dos mandatários americanos. Gostaria de saber se eles aceitam de bom grado, críticas a respeito da Suprema Corte de lá. Entendo que cada país deve respeitar as decisões tomadas por todos os povos do mundo. Na decisão de um magistrado, deve-se levar em conta vários fatores que somente quem tem conhecimento do que consta no processo, pode opinar. De acordo com as manifestações (que não foram tiradas dos autos), dúvidas são levantadas por exemplo, do motivo que levou a mãe do menor em se ausentar levando o filho. Agora, com a mortre da mãe fica difícil saber sem um conhecimento profundo do caso,as razões e os motivos da separação e como ela (mãe) era tratada pelo pai do menino. É conhecido popularmente que pai é o que cria e educa e não aquele que apenas gerou. A lei (tratado) exige que se consulte o menor com quem o mesmo quer residir. Casos de família, deveriam ser resolvidos levando em conta (e é o correto) o que melhor convenha ao menor. Uma das manifestantes com mania de americana (do norte), falou que no Brasil a criança poderia ser atingica com uma bala perdida. Talvez não tenha conhecimento que nos EEUU, pelo menos mensalmente, perturbados mentais abrem fogo contra Faculdades e Colégios, matando inocentes quer maiores ou menores. Lá não é esse Eldorado todo não, seu Obama fica fazenda essas gozações com o Lula, tentando enganá-lo em favorecer os espertalhões americanos com as riquezas de nosso país. Com um simples problema desses, fica o governo desse novo personagem, ameaçando retaliações sobre comércio internacional forçando o Brasil a tomar decisão que lhes sejam favoráveis, desrespeitando nossa soberania. Ele (Obama), deveria se preocupar mais pela irresponsabilidade das autoridades econômicas de lá, que prejudicou todas as nações por decisões desastradas desses pretensos donos do mundo. E por ai vai... Estou dando razão mesmo ao Chaves, quando diz que há um cheiro de enxofre naquela pais imperialista.

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Marcos 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Engraçado a Sra Maria da Penha dizer que a guarda deva ficar com os avós.Acho que ela se esqueceu que o garoto tem avós paternos também.....rsrs, além de ser Americano e ter sido trazido ao Brasil sem autorização do Pai...rsrs

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paulo 19 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O garoto tem que ser ouvido e que prevaleça a sua vontade. Daqui mais uns anos esse garoto terá crescido o bastante para poder ir a qualquer momento ao encontro do pai. Por enquanto se trata de uma criança que está profundamente ligada aos avós maternos.

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Carlos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Respeitando opiniões contrárias, creio que não tem cabimento impedir o pai de levar o garoto. Os avós que o visitem quando puderem. O Brasil deve respeitar os acordos do qual é signatário e não se deixar levar por sentimentalismos rasos para decidir questões de direito líquido e certo. Não acredito que alguém pense que o garoto terá uma vida pior em seu País, junto ao seu pai e com os avós paternos do que no Brasil, que peca na segurança pública, educação e em todos os quesitos que se queiram enumerar. Lembrem que o caso é de sequestro.

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Marcos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A criança deve ser ouvida imediatamete.
Ela deve ter livre escolha.

Um abraço

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Marcos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A questão de retalhamento americano ao Brasil é falta do que fazer, claro que será revista.
Não se mistura os campos de administração por questões que não tem estrondo social.
Certamente que os americanos tem a sua visão do caso, é como nós!
Eles mesmos sabem que a criança deve ser ouvida.

Um abraço

lo 20 de Dezembro de 2009 - 12:28:46

Retalhamento:cortar, talhar
Vc quis dizer RETALIAMENTO: reação, represália????
Pô, escreve corretamente, senão fica difícil!!!!

Stela 23 de Dezembro de 2009 - 19:51:33

Io, talvez ele tenha querido dizer para cortar a criança ao meio, se espelhando na historia do Rei Salomão. Talvez nós é que não tenhamos entendido direito....E o "estrondo social? Bela imagem poética...

Sra.jadir de araujo 24 de Dezembro de 2009 - 09:21:32

Parece-me que a sra. Lo buscou, nos dicionários, o significado e a grafia dos verbos Retalhar e Retaliar.
Sra. Lo, o tema é sobre o garoto Sean Goldman. Atenha-se, exclusivamente, ao tema. Não seja deselagante para com os demais comentaristas.
Este lembrete também serve à comentarista sra. Stela. Aqui não é lugar para piadinhas, sra Stela!
Se vocês duas não têm argumentos, abstenham-se de ccomentar.

lo 24 de Dezembro de 2009 - 09:43:28

Jadir Araújo...Ah, Jadir Araújo...quanta pretensão...
Quem te elegeu mediadora desse espaço????
Quem pensas que és? Não tens qualquer autoridade para dizer o que deve ou não ser dito aquí!!Este espaço é democrático,não se presta à censura que tentas impor!!! Se não tens conteúdo e se o que sabes fazer é apenas tentar impor regras, não tem vaga para tí aquí, pois este é um móvel para ARGUMENTOS!
VÁ CANTAR EM OUTRA FREGUESIA, DITADORAZINHA BARATA!!!!
Ah, não necessitei consultar dicionário algum, tenho conteúdo!!!!

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Marcos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Que visão feita de padrastos eim!

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Raquel Bandeira 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Engraçado nosso povo brasileiro, estão vendo as maldades que os Estados Unidos fazem aos demais povos e ainda existem aqueles que defendem o poder que emana de um raciocinio de gananciosos em que somente eles são os bons, os líderes... e nós irmãos brasileiros o que somos??? um bando de decendentes de estrangeiros que não somos reconhecidos lá fora?? voces sabem que dificil é ser reconhecido como um povo culto, educado e proprietário de nosssas próprias raizes. Para eles somos o povinho...por melhor que sejamos...
Será que não somos capaz também de criar nossos filhos brasileiros??
Porque não defendemos nossos irmãos em adimitirmos nossa capacidade de cidadâo, dono de nossso nariz.
O governo Americano tem a melhor política de humanismo que é defender seus filhos e notem, onde estiver um filho deles bom ou mau, seja criminoso ou não eles tentam levar para sua terra, eles brigam por aquele individuo e acabam com qualquer negociação a favor do regresso daquele filho da nação americana,retribuindo em retaliação as possiveis negociações comerciais,realmente consideram seu sangue...
Porque o brasileiro tem costume de descriminar a nossa justiça que favorece a nos próprios??
Se o garoto é filho de brasileiro devemos defende-lo como tal... para que sinta amor pela nossa pátria, para que tenha orgulho de nossa terra, para que se sinta também um brasileiro. Devemos lutar pelos nossos irmãos brasileiros, afinal o garoto vai ter que ficar com alguém, o pai tem direitos, a familia brasileirA TAMBÉM TEM DIREITOS, porque não podemos ficar com o menino se que já está aqui? realmente devcerá se rever o que foi a causa de ser trazido ao Brasil.
Já estive varias vezes fora do país e sei quanto é descriminado o povo brasileiro. Lá fora o melhor médico, o melhor engenheiro é considerado menos que um lixeiro deles, se tiverem que brigar por um intelectual sul americanos e um lixeiro norte americano, perece o intelectual sul americano. Graças a Deus nasci no Brasil, esta é minha pátria e não quero ser o tapete do norte americano, quem não ama a sua pária não merece nem viver nela, são estes os ladõres, os corruptpos os interesseiros e os desentendidos daquilo denominado JUSTO, o justo.
Engraçado porque o brasileiro é nascido aqui no Brasil e aqueles que levam uma descendencia de outro país quer ser estrangeiro?? será que nosso brasileiro nascido aqui não percebe que lá fora são uns Joãos ninguém por melhor que sejam aqui?? Se consideram pessoas sem mãe e sem pai!!!
Não são capazes de ajudar a construir sua prória casa (nação??? Se não conseguem construir sua própria nação o que serão la fora, simplesmente uns falsos estrangeiros e traidores de sua própria pária, uns bobos querendo ser NORTE AMERICANO, Querendo ser europeu, existem brasileiros que defendem a corte estrangera merece cair nela para aprender o que é ser vítima dela.

A justiça brasileira tem que defender nosso irmão brasileiro e lutar por ele como luta os Estados Unidos ou qualquer outro país no mundo. Aquele que não luta pelo seu irmão é um país miserável sem raizes e sem senso humano, é um tapete dos outros a se veder e vender seu irmão. Se o brasileiro não tem condições de dar de comer seu irmão ou fazer dele um bom homem isto se deve a corrupção das cortes, do poder, da indiferença dos empresários e do poder estatal, nós os pequenos devemos lutar pellos nossos direitos de cidadão, de nossa terra, de nossos bens, pois temos o suficiente para criarmos nossos filhos e dar a eles dignidade, o que muitos não sabem, temos recursos suficiente o que não podemos e deixar o estrangeiro levar tudo por conta de um governo que não sabe administrar e se deixa levar por interesses, trocando sua nação como se troca um objeto qualquer...e pior trocando os filho brasileiro por uma corte estrangeira, pela retaliação estrangeira... naõ podemos permitior esta derrronra humana. que se dane o senador norte americano FRANK LAUTENBERG e sdas retaliações, o menino é também nosso sangue ..morra o corrupto interesseiro e viva nosssa nação...temos o suficiente aqui no BRASIL para sobreviver... Sou a favor do pai e da justiça se somente existir algum crime ou fato que desabone a familia brasileira, do contrário também somos homens e humanos...

lo 20 de Dezembro de 2009 - 12:20:00

Que horror o que essa RAQUEL BANDEIRA escreve!!!
Vê-se que se trata de pessoa desinformada e cruel.
Ô, RAQUEL, queria que você tivesse um filho, o teu marido fugisse com a criança para o estrangeiro, lá arrumasse outra e morresse e a tua rival (a outra) não permitisse nem que vc visse seu filho!!!!!! E para completar: que teus ex-sogros ainda querem te tomar legalmente o teu filho legítimo!!!!Onde tu andas com a cabeça???????? NÃO VENHA COM ESSE DISCURSO ANTIAMERICANISTA!!!! SE TRATA DE ÉTICA, MORAL, PRINCÍPIOS!!!!!VOCE É MUITO CARA DE PAU!!!!!!!!!!!!??????

Claudio Andrade 21 de Dezembro de 2009 - 22:11:01

"voces sabem que dificil é ser reconhecido como um povo culto, educado"

também, escrevendo palavras como: "decendentes", "adimitirmos", "descriminado", "estrangera" creio ser difícil que alguém te considere algo menos que um asno.

Além disso, você está falando de algo que nao tem nada a ver, houve um crime de sequestro cometido pela mãe, ponto. O resto, nega, é resto...

Carlos Silva 22 de Dezembro de 2009 - 05:34:50

Concordo com o Claudio Andrade, de que é muito "deficil"(dificil) ser reconhecido e com cultura" alguem que se apresenta com tamanha falta de.
Quanto a questão do garoto Sean, penso que acima das questões xenófobas, deveriamos olhar isto sob um prisma livre de preconceitos, pois estamos, segundo se desprende dos comentarios da Sra. Maria da Penha e Raquel Bandeira, fazendo um prejulgamento de um embate entre o povo norte americano e o brasileiro. Parece que este caso transformou-se num caso de briga entre David e Golias.
Sou de opinião que Sean fique sob a tutela do pai biológico, independentemente da naturalidade do mesmo, pois o que está em discussão é a paternidade e não questões xenófobas.

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 09:13:08

Raquel, desculpe, mas não consegui ler seu comentário por inteiro. Senti ânsia de vômito logo na primeira frase completa.
Pelo que vi, vc é mais movida pelo seu sentimento contra os americanos do que pela abstração dos preconceitos que a cercam. Não há nenhuma relação entre defender o direito do pai biológico do garoto Sean com fazer festas de dia das bruxas. É uma comparação nefasta, pobre, vazia.
Por esta razão, dar valor às nossas raízes e cultura não significa dizer fazer injustiças a estrangeiros somente por conta de sua nacionalidade. Nessas horas, é necessário se despir de preconceitos, abstrair elementos que nada tenham a ver com o caso concreto para podermos vê-lo com a maior claridade e justiça possível. Permita-se um simples exercício: tome o mesmo enredo aqui em debate e inverta os personagens (pai biológico brasileiro e mãe sequestradora americana). Ou então substitua-os por personagens de quaisquer outras nacionalidades e veja se sua análise final será sempre a mesma. Se não for, grande é o risco de vc enxergar quão absurdo é o entendimento que vc propõe.

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Raquel Bandeira 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

desdculpem os erros de ortografia do texto acima, não deu tempo para correção...
Que se dane o senador norte americano FRANK LAUTENBERG e suas retaliações,... o pequeno SEAN também é brasileiro.
E por falar em raizes devemos extinguir a festa das bruxas aqui no Brasil isto é coisa trazida pelo Norte americano induzindo pessoas que querem ser estrangeira em sua própria terra, que grande idiotisse porque entaõ não conseguem um passaporte NORTE AMERICANO???

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Raquel Bandeira 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Tenho uma amiga que foi casada com um suisso e se separou iniciando seu divórcio na Suissa.Observo que os dois quando casaram não tinham bens, portanto os dois pobres porem estudados. Tudo o que fizeram foram em conjunto. alguns anois depois de casados e já com muitosa bens o Susso cpomessou a trair ela,e começou a ser estúpido, se prevalecendo até por ela estar em seu país. Ela pecebeu sua intenção e pediu o divorcio, brigou um ano na justiça quase que perdendo todos os seus bens da partilha. Ele tentou induzir a corte em dizer que ela era louca para poder ficar com a guarda do menino. A própria justiça Suissa estava também induzindo-a como louca a proteger o SUISSO. Seu advogado da comunidade européia percebemndo que ela iria perder o filho aconselhou que comprasse uma passagem e sumisse para o Brasil e brigasse daqui, é um destes casos que a gente vê pela televisão. Ela fez como o advogado aconselhou e está muito bem aqui, seu filho é muito inteligente. O pai dizia que não deixaria o filho morar aqui no meio de indios num pais subdesenvolvido. Não pensem que o estudo lá fora é muito diferente daqui... é tudo a mesma coisa, todos aprendem igualmente se quiser, aqui, lá fora, e no entanto minha amiga provou que seu filho ésta melhor e é melhor do que os outros dois irmão de seu filho (segundo casamente do pai)que vivem na Suissa, tanto que agora já com 13 anos viajou sózinho para a Suissa nas ferias para visitar o pai, pela segunda vez. È um menino super educado, culto e sua mãe é uma grande mulher, de fibra, que tem vergonha na cara e não se humilhou para a corte estrangeira. Garantiu seu filho com ela à sua maneira.
Devemos anlizar porque uma mãe sai do país eetrangeiro com seu filho sem comunicar ninguém. Aqueles menos inteligentes ainda criticam, FOI UM SEQUESTRO. Que sequestro?? por sua própria mãe, estes tontos são aqueles advogados ou iniciantes de curso de direito que se consideram inferior ao estrangeiro. Já acompanhei varios casos destes,pois,tenho muitos parentes na Europa e sempre estou mpor lá bem como já conheço advogados europeus meus amigos, portanto sei muito bem como eles fazem para ferrar os brasileiros, taxam de lucos, de prostitução, ameaçam.
Sabem como se iniciou a prostiuiçao?? por eles mesmos, as filhas da classe pobre que eram compradas pelos reis para servir a luxúria oculta das cortes, leiam sobre preostituição, leiam sobre os reinados que dominavam o proletário com todas a s abrrações possíveis que não podiam se defender. Sabem quantas mulhers prostituidas pela corte européia foram sacrificadas pela alemanha, França, para inibir os pobres a se erguer na vida ou reclamar direitos??? o que era um filho bastardo na antiguidade??? era filho nascido da corte com outras mulhewres fora do casamento e não eram reconheciods porque os reis tinha filhos com essas coitadas as pencas... não tinham sangue AZUL, de ambos os reis. E isto ai. reflitam estudem antes de condenar quem quer que seja.

Claudio Andrade 21 de Dezembro de 2009 - 22:14:45

acontece que essa sua amiga que casou com um suíÇo (entendo, nao deu tempo de revisar junto com os outros 470 erros de portugues), não morreu e deixou o filho com um estranho, se a mãe está viva, que a criança fique com ela

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 09:20:40

Hum...não entendi qual a intenção da Raquel com essa historinha de pseudo-conto-de-fadas-europeu-vivido-pela-minha-am iga...
Acho que ela continua fazendo comparações pobres e vazias, deve ser isso.

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Raquel Bandeira 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

QUE SE DANE A CORTE NORTE AMERICANA E SENADOR FRANK ....

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 09:18:34

Raquel, ninguém aqui sabe dizer o que houve para a mãe do Sean ter tomado a decisão de tê-lo trazido pelo Brasil. Vc poderia fazer a gentileza de contar para todos nós?? Tenho certeza que estamos todos muuuuito curiosos!!!
E não venha fazer menção àquele seu comentário mais acima sobre a sua amiga que casou com o Suiço, pois aquilo lá nada tem a ver com o caso do garoto maricano, ok?

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Coimbra 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Fico enojado de ler tantas besteiras e opiniões sobre um assunto que é bastante complexo. Como sou xenófobo, logicamente que torso para que o garoto fique no Brasil. E não pensem que o garoto vai ficar com o padrasto, vai ficar com a avó. Quanto ao Cidadão americano, quero mais é que ele se exploda. Quanto a vocês brasileiros que lambem os sacos dos amerinaos, deixem de ser índios como eles nos tratam, tenham hombridade, amem vocês mesmos. Seus trouxas.

TOM 20 de Dezembro de 2009 - 09:09:52

O infante já manifestou a vontade de parmanecer no
Brasil com sua avó. O que causa asco é a arrogância deste Senador Americano, de querer impor condição ao Judiciário Brasileiro em assunto estritamente de Direito de Familia, por excelência Direito Privado. Esquecem os Nortes Americanos, que o Brasil não é o Iraque ou outros paises que os tratam como colônia dos Estados Unidos da America do Norte.

Stela 23 de Dezembro de 2009 - 19:42:16

Os Nortes Americanos? Pelo amor de Deus, aprenda português primeiro, se instrua, que faz muito bem para o intelecto. Depois você manifesta a sua opinião, bem escrita.

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 09:28:08

É Raquel. Em cada comentário seu fico mais surpresa. Vc, que há pouco mais acima, declarou-se antiamiracanista, agora chama o colega de debate de irmão?? Esse comportamento para mim parece contraditório, mas tudo bem.
Quando do meu primeiro comentário, fi-lo pensando que talvez vc tivesse aquele ponto de vista inicial por não ter procurado saber do caso nos seus detalhes, como também por trazer em sua experiência de vida uma carga de preconceito que lhe é notória. Mas agora eu vejo que o seu problema é muito mais grave. Estou quase concordando com o sr. Cláudio Andrade em outro comentário dele, o qual prefiro não especificar tendo em vista que não estou aqui para ofender ninguém.
Passe muito bem e tenha um feliz ano novo.

Stela 5 de Janeiro de 2010 - 17:42:52

Elaine, esse seu comentário, feito para a Raquel, foi parar na minha caixa de e-mail. Sei que não é para mim: primeiro, porque não concordo com as opiniões emitidas por ela; segundo, porque tenho recebido diversos e-mails endereçados a outras pessoas. Já reclamei com os responsáveis pelo site, enviei para eles as cópias dos e-mails, pedi que anulassem meu cadastro já há bastante tempo, mas nenhuma providência foi tomada.Estou escrevendo isto para que você tome ciência do que está acontecendo, sei perfeitamente que a culpa não é sua, mas é muito desagradável ficar recebendo xingamentos por uma coisa que eu não fiz.
Serve de alerta também para todos os outros que enviam seus comentários, pois está me parecendo que este site não é confiável e muito menos seguro.
Um abraço e um feliz 2010 para você.

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Coimbra 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Desculpewm, o erro. Queria dizer, TORÇO.

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Thayse 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A convenção de Haia está obviamente sendo desrespeitada, se mantendo a criança no Brasil. Ademais, como sua mãe brasileira faleceu, isso é sim um caso de jurisdição americana. E mesmo que nada disso fosse relevante, o lugar de toda criança é com seus pais! E não com padrastos ou avós. Afinal quem gerou o menino? Eu fico pasma... porque todos os dias reclamamos que os pais não querem saber de seus filhos, e quando um realmente quer e se esforça para manter seu herdeiro ao seu lado, lugar de direito de toda criança, simplesmente vem o STF e toma uma decisão dessas.... Quanto a ser ouvida... uma criança aos nove anos de idade tem muito pouco discernimento sobre o que realmente é bom ou não para ela. Pergunte a ela se quer passar o dia inteiro jogando futebol, comendo besteira e no videogame e dificilmente você a verá dizer "Ah não, eu quero ir estudar francês e ir para a escola, porque será mais saudável e seguro para o meu futuro!". ME POUPEM!

Luciano 20 de Dezembro de 2009 - 10:59:43

É isso mesmo linda, fiz um comentário e concordo com vc.
Abraço

Thayse 6 de Janeiro de 2010 - 13:05:04

Raquel, o pai é amparado pela Convenção de Haia e é uma Convenção que o Brasil deve respeitar pois assinou, e é algo que garante ao caso a certeza de que a jurisdição para o julgamento dessa questão é americana. E a corte americana já havia cedido ao pai biológico a guarda.
Pelo menos justiça foi feita. E quem disse que o direito de um pai de um ponto de vista moral e sentimental, de viver com seu filho deve ser preterido em preferência ao direito de um padrasto e de avós?
Abraços.
Feliz Ano Novo.

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Luciano 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Caros colegas, vamos parar de hipocrisia e fazer comentários constituídos de fundamentação jurídica.
A coisa é muito simples
A convenção tem STATUS DE SUPRALEGALIDADE conforme decisão do STF no PLENO (RE 433343). Toda legislação infra que conflitar deve ser afastada, inclusive o ECA.
Neste aspecto o Brasil pactuou a convenção e deve cumprí-la, e o menor deve ser enviado ao seu pai nos EUA. Mesmo pelo CC, os avós só ficam com os netos na ausência dos pais ou por motivos imperiosos que justifiquem a perda do PODER FAMILIAR.
O menor não tem que ser ouvido coisa nenhuma e a decisão do Ministro Marco Aurélio, ao que me parece, em razão de ser sempre voto vencido, irá ser reformada pelo PLENO em breve, é só esperar para ver.
Não podemos esquecer que o menor foi SEQUESTRADO pela sua própria mãe e deixando o pai desamparado. Prem gente, de ficar querendo levantar argumentos em favor da avó e padrasto que, irremediavelmente, já macularam o discernimento do menor em razão de estar na presença dos mesmos. Basta 6 meses de convivência com qualquer cvriança desta idade, dar presentes e uma boa qualidade de vida que, certamente, se alguém perguntar com quem esta criança quer ficar, falará, indiscutivelmente, que quer manter-se presente na situação que lhé é, no presente, mais convinhável.
Seria uma vergonha para a mais Suprema Corte, não obedecer Tratado Internacional, onde esla mesma disse que, prevalece sobre a lei infraconstitucional.

Thayse 20 de Dezembro de 2009 - 16:23:54

Luciano, concordo com você. Só espero que em breve essa decisão seja reformada. É um desrespeito completo aos tratados que assinamos. A imagem brasileira já está manchada junto a comunidade internacional e a injustiça se faz presente de um modo cretino. Se não é uma questão de justiça legal, que a criança seja devolvida ao seu pai por uma questão de justiça moral!
Um abraço.

Thayse 6 de Janeiro de 2010 - 13:05:57

E afinal Ederson, a justiça e o bom senso prevaleceram!
Feliz Ano Novo!

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lo 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Que horror o que essa MARIA DA PENHA escreve!!!
Vê-se que se trata de pessoa desinformada e cruel.
Ô, MARIA DA PENHA, queria que você tivesse um filho, o teu marido fugisse com a criança para o estrangeiro, lá arrumasse outra e morresse e a tua rival (a outra) não permitisse nem que vc visse seu filho!!!!!! E para completar: que teus ex-sogros ainda querem te tomar legalmente o teu filho legítimo!!!!Onde tu andas com a cabeça???????? VOCE É MUITO CARA DE PAU!!!!!!!!!!!!??????

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lo 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Esse STF já virou um antro de interesses dos mais inomináveis. BASTA. Parece que são um bando de velhos gagás, sem noção do que fazem. COMO PODEM AJUDAR A PROTELAR O DIREITO DO PAI DE SEAN????? VERGOOOOOOOOOONHHHHHHAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!

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Eddie 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha, vc tem filho?

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manoel carlos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Não há porque ouvir uma criança de apenas 9 anos, não possui maturidade para isso.

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Thayse 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha... começo a pensar que você está se perdendo... A questão aqui não é avó ou avô. A questão aqui é que uma criança indevidamente está sendo mantida longe do pai! De um pai que até aqui, parece ter uma imagem para lá de idônea e amorosa!!!!!
Ele tem pai! Não é um jogado da vida! Seu lugar é junto de seu pai, por uma questão legal e moral como já disse antes! Não duvido que seus avós o amem, mas o pai certamente o ama também, afinal o gerou e tem lutado por ele todo este tempo!

luciano 21 de Dezembro de 2009 - 05:38:52

Oi Thayse
Vamos nos comunicar por email tbém.
Marcoslucianoadv@hotmail.com
Me escreva ou me passe o seu
Um abraço

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Carlos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha, percebe-se que você não tem nenhuma noção de Lei ou senso de justiça.

carlos antonio do... 20 de Dezembro de 2009 - 21:30:31

Maria da Penha, há Maria da Penha, a Maria da Penha, enfim, ah Maria da Penha!!!!!!

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Carlos 20 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha, você está sendo cara de pau de dizer que não seria capaz de falar algo do pai do garoto e ao mesmo insinua ironicamente que pode ter havido algo que levou a mãe a fugir com ele. Raciocine um pouco, a justiça norte americana tem fama de ser muito eficiente na resolução de seus casos, então se a mãe tivesse sofrido alguma coisa ilegal por parte do pai do menino, poderia ter buscado a justiça daquele País e certamente seria amparada. Contudo, o que ela fez fugindo do pai com o garoto demonstra que agiu covardemente. Também é de duvidar da educação de seus filhos ( os bem criados), se esse for o senso de justiça que ensinou à eles.

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luciano 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Veja o meu comentário de ontem.
A questão não é ser prática, mas sim estar ciente da legislação, inclusive a internacional.
Pare de "achismo". Acharam que o mundo iria acabar em 2000.
Escreva: O STF irá ratificar a decisão da Justiça Federal do Rio e o menimo irá vivrr c seu pai.....

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Geova Celestino 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sou pai também e amo meu filho. Dizer que o pai não tem direito de levar o seu filho para com ele morar é não ter noção, nem de longe, da dor que é ter um filho separado de si. Quem for contra o pai da criaça, imagine-se na mesma posição, e tente se ver proibido de viver com a pessoa que ama. Talvez irá sentir bem pouquinho o que é a dor da separação. Desejo sucesso para o pai da criaça, e felicidade para ambas as famílias. Cada caso é um caso particular, e deve ser tratado com o desvelo que o caso necessita, para que a JUSTIÇA seja feita. Feliz natal a todos.

Fábio Maia Trigueiro 21 de Dezembro de 2009 - 12:03:55

O menino deve ser devolvido, já que há uma convenção internacional neste sentido e o pai biológico da criança é americano, inclusive ele também... aproveitanto o envio do menino, envia uma bomba pra explodir no meio dos chifres de Obama e todos poluidores comedores de MacDonald. Abaixo EUA - parasita maior do nosso planeta...

valeria 21 de Dezembro de 2009 - 23:17:01



Puxa! Fabio Maia trigueiro vc parece ter muita magoa dos norte americanos.O Sean e o David sao duas pessoas humanas que merecem como pai e fiho poderem estar juntos como familia.Vc tem pai e mae? Gostaria que separassem eles de vc? Pense bem.

Fábio Maia Trigueiro 23 de Dezembro de 2009 - 17:12:45

Você misturou tudo ai, minha primeira resposta foi em relação ao tema e opinei pelo união do menino e seu pai; já a segunda foi apenas uma demonstração de indignação com certos parasitas norte-americanos, quando a bomba caiu em hiroshima muitos pais foram separados de seus filhos, no vietnam também, no Afeganistão também, no Iraque também, tudo em troca de poder e petróleo...

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Se coloquem no... 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Queria ver se fosse o seu filho sequestrado pela mãe para os EUA, a mãe morresse, e vc não pudesse trazê-lo....
É um crime bárbaro isso. A Justiça brasileira está sendo arbitrária

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Cassio 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Pensei em comentar este caso, mas ao ver alguns comentarios acima fiquei pasmo, pois achei que me encontrava em um Estado de Direito, onde as opinioes deviam ser debatidas mesmo que contrarias. Li o comentario da Sra. Maria da Penha e logo os diversos comentarios contrarios e alguns grosseiros como o do Sr. Marcio. Estamos procurando debater ideias e opinioes ou impor as nossas, pois desejava instruir e debater os diversos caminhos a serem percorridos pela justica e nao aprender como trocar desaforos. Precisamos melhorar o nivel dos debates e instruirmos mais, respeitar as pessoas e, principalmente, as suas opinioes. Obrigado

Thayse 21 de Dezembro de 2009 - 18:54:04

Cássio,

vivemos em um país livre e todos temos liberdade de expressão e opinião. A questão é que devemos debater nos fundamentando na lógica jurídica, embora esta esteja de alguma maneira atrelada a lógica moral, sabemos que nem sempre há esta parceria. O que aparentemente gerou um conflito nos debates, é que a Sra. Maria da Penha está expondo um argumento sem sequer analisar as violações jurídicas e lógicas do caso. Mas como você disse... cada um tem direito a sua opinião, afinal, este é um país livre... Só acho que se a lei começar a ser violada assim, tão abertamente, então poderemos abrir mão do Estado de Direito e finalmente abraçar o Estado da Anarquia...
Este é o meu ponto de vista. Não o mais correto, talvez severo, mas certamente um bem racional e lógico. Até.

cassio 22 de Dezembro de 2009 - 08:14:07

Thaise, obrigado pelo comentario. É isto mesmo, penso que este espaco deveria ser usado para debater as questoes juridicas do caso em especifico e nao ficar agredindo aqueles que sao contrarios as nossas ideias e opinioes. Se a lei nao esta sendo aplicada, o que ja ocorre em relacao aos nossos politicos, deveriamos debater e, talvez, chegar a uma conclusao logica e , a partir de entao, unirmos para juntos lutarmos pela devida aplicacao da lei. Os politicos vivem mudando o foco das discussoes, pois sabem que nao nos mantemos focados e qualquer outro problema ou discussao distrai nossas atencoes, por isso, devemos manter a discussao no ambito juridico e nao no pessoal, devemos apoiar nossas ideias mas com fundamentos juridicos e nao pessoal.

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Eddie 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Por que não entregar a criança àquela família que adota um monte de filhos e que ganhou um presente no final de ano no programa do Luciano Huck? Aquela família, de certo, pode se apegar ao pequeno e também pode querer ficar com ele. Ah: é só "entrar na Justiça", pois o pai não tem que ter direito. Aliás, nem os avós têm direito, pois aquela família gostou do menor e já se apegou a ele. Parece brincadeira né? E o que os avós desse menino estão fazendo, parece?

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Claudio Andrade 21 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Lucas, caso houvesse algo que desabonasse o pai, pq a mãe nao se separou lá mesmo nos EUA? Lá a justiça é rápida e certa e com certeza esse pai malvado que vc cita teria ido para o xilindró enquanto ela voltava tranquilamente ao país. Se ela nao gostava da vida que levava pq nao tentou resolver?

A minha resposta é que ela ja estava de caso com o cara

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mariana 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

É estupefante a morosidade do Judiciário brasileiro em entregar a criança para o pai. A par de todos os juízos de valor ficaram a legalidade e o preceito constitucional de manter-se adstrito aos tratados, convenções e acordos internacionais. É desse modo que o Judiciário brasileiro se porta ante um caso de sequestro internacional de menor. Não importa ser o pai norte americano, francês, alemão, italiano... Importa a existência de uma convenção criada para resguardar o direito de pais e filhos. Essa postura não é aceitável! Agora bastará que se subtraia o menor de um dos genitores e venha ao Brasil para ter plena impunidade e ainda permanecer com a criança? Mesmo em território nacional, crianças de pai e mãe brasileiros, na falta de um de um deles, ficaria sob a guarda do pai sobrevivente, a menos que houvessem fatos que o desabonassem totalmente. Em última opção, na falta de pai e mãe capazes de suportar o dever de criar os filhos, então a prole será posta sob guarda de outros parentes: avós, tios, etc. É inacreditável a existência, no Supremo Tribunal Federal, de uma decisão que privilegie a parte que tem fins meramente protelatórios. O depoimento da criança com certeza será eivado de vicios, além do desgaste causado pela extensa "batalha judicial" (que eu chamo de palhaçada do Judiciário brasileiro)e a exposição à opinião pública, ainda há a convivência com a família materna. Por óbvio que uma criança de nove anos subtraída da convivência de seu pai desde os quatro, não irá querer retornar aos Estados Unidos batendo palmas de felicidade. Mas, ainda sim deverá retornar, como muitos de nós tivemos que nos adaptar aos revéses da vida. Os que, como o Sr. Goldman, são pais sabem que a adaptabilidade das crianças é imensa, quanto antes o menino voltar à convivência do pai, essa será ainda mais fácil e com o tempo e paciência (do pai do garoto que se mostra deveras determinado) as coisas irão voltar aos eixos.

luciano 22 de Dezembro de 2009 - 19:11:24

Oi
Gostei do seu comentário. Fiz um dia 20 e outro mais agressivo hj por causa das opiniões diversas.
Faz algum curso?
Me escreva ~ marcoslucianoadv@hotmail.com
Abraço

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luciano 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Não obstante alguns comentários de "instruídos" destituídos de qualquer respaldo legal e motivados pelo sentimento individualista de pai ou mãe, as quais ouso-me reservar-me em apontá-las, RATIFICO meu comentário do dia 20 e finalmente o Min.Gilmar Mendes, para mim, o mais moderno doutrinador constitucional do Brasil, REVOGOU a liminar do Min. Marco Aurélio e a criança irá ficar com o seu Pai, o que já deveria rer sido determinado desde que a mãe sequestrou a criança e pensou que viveria num País de impunidade. Quanto a vovózinha e o padastro.... Vão visitá-lo porque é direito do menino ficar com o Pai.... Ufa... O judiciário funcionou... Parabéns....

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luciano 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Gostei muito do seu comentário. Fiz um dia 20 e outro mais agressivo hj....
Vamos nos falar por email. Me escreva: marcoslucianoadv@hotmail.com
Você é de SP? Faz algum cursinho?
Abraços

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luciano 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

.

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Carlos 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

É isso mesmo colega Luciano.
A criança já deveria voltar há tempos e se ela fosse ouvida, estaria completamente viciada. Imagina só; com qualque presentinho mensal se ganha o carisma de qualquer neto, ainda mais quando o priva do pai biológico. Agora, por mais afortunados, não se prevalece sobre a lisura da lei e dos tratados internacionais que ganharam status de supralegais.

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Maria da Penha... 22 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Vivemos em um país livre,onde as pessoas têm o direito de expressão.Sempre fui educada.Respeito opiniões contrárias.Houve um sequestro?Sim.O pai tem o direito de levar o filho?Sim.Que o exerça.Pelo fato de o menor estar familiarizado com ao avós,acho que ele,o menor,deve ficar com eles.Estou dizendo de forma educada o que penso.Qual o problema? Pelo menos,expresso-me com educação.Há pessoas,que além de grosseiras,não sabem nem escrever.Que vexame.Por favor, comprem um dicionário.

vanderlei luiz mazim 23 de Dezembro de 2009 - 05:26:19

E americano e tão bonzinho que no caso do legacy, eles foram culpados e so foram 155 brasileiros mortos, agora nos retalham por esse suprema corte, vamos sim deixar os americanos so eles falarem assim como tambem, no caso da ditadura, pois eles podem tudo.

Mayra 23 de Dezembro de 2009 - 20:05:30

Mas essa palavra de novo? RETALHAM? Pelo amor de Deus, me poupem. O IO já explicou o significado dela, ainda não aprenderam?

vanderlei luiz mazim 23 de Dezembro de 2009 - 20:35:19

Retalham, sim pode ser pois eu falei do legacy as pessoas do jatinho e Retalia (Reação), infelizmente seu Gilmar Mendes a Estrupador, e direito internacional.

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Maria da Penha... 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Muito bem lembrado Vanderlei Luiz Mazim.No caso do jatinho,brasileiros morreram e pronto.Nada mais aconteceu.A empresa dona do jatinho saiu fora.Parece que os americanos tudo conseguem.Fala-se que a justiça americana é digna de crédito.Não é bem assim.Quantas pessoas já foram para a cadeira elétrica e depois familiares provaram sua inocência? Algumas pessoas não têm conhecimento de causa.Apenas defendem os americanos; não sei a troco de quê.Quanto ao garoto ,aguardemos o futuro desta decisão.

Elaine 30 de Dezembro de 2009 - 16:17:55

Desculpe, sra. Maria da Penha, mas realmente não consegui entender a relação existente entre os casos do Sean e o do Legacy. Talvez a sua capacidade de compreensão seja deveras superior à minha...
Quanto ao fato de defender os americanos, pelo que tenho acompanhado não se trata de mera defesa simplória, mas sim de um caso concreto, no qual creio eu, aqueles mais esclarecidos vão estar dolado do pai biológico, independente da sua nacionalidade.

Paulo 31 de Dezembro de 2009 - 15:20:35

Dona Maria da Penha, embora a srªleve o nome de uma importante lei, talvez desconheça, que só esta em vigor por intervenção da corte internacional de haia.
A senhora e algumas de suas seguidoras demonstram não ter nenhum conhecimento juridico.
Então faça-nos felizes voltem aos afazeres domesticos.Pleeeeeeeeease!

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Maria Auxiliadora... 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Se a justiça brasileira agisse com maior rapidez esse caso não teria tomado as proporções que tomou. Bastava que quando o David tivesse reagido ao sequestro do filho, acionando a justiça, conforme o fez, se houvesse celeridade processual, o caso teria se resolvido talvez em menos de um ano. Essa longa separação entre pai e filho bem como a convivência com famíla da mãe não estaria causando tanto constrangimento. Sem querer fazer julgamento algum, mesmo porque a se trata de uma morta, a mãe do garoto deu um tremendo "golpe" no David. Os fatos levam a crêr que premeditou tudo. Veio ao Brasil passar férias trazendo o filho e aqui anunciou ao marido do pedido de separação. É golpe! Tendo casado com um brasileiro, advogado, pensou talvez que seria fácil ganhar a guarda do filho. Por uma fatalidade veio a falecer...
O padrasto, digo padrasto na forma de falar, tenho para mim que só se deveria falar de padrasto em caso de falecimento do pai, o que não ocorreu. O pretenso padrasto, agora viúvo, jovem, ainda, por sua vez casaria outra vez, certamente, e o David que tem pai vivo, e luta pelo filho, frizese-se, ganharia um padrasto e uma madrasta. Isso é simplesmente ilógico. A lentidão da justiça é que causou todo esse trauma. Apesar de tudo, UFA!!! SAIU!!! Finalmente a justiça foi feita, o pai venceu o que já deveria ter ocorrido há muito tempo.

Roberto 23 de Dezembro de 2009 - 19:09:25

Me desculpe Maria Auxiliadora, mas, você não deve ser mãe, se for, está perdendo o sentimento "amor
de mãe". Não dá para entender: uma mulher brasileira ver este caso como sequestro. A mãe era idonea, o pai os relatos deixam dúvidas.
Sinceramente tenho medo de você.

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Lucas 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Minhas homenagens à Sra.Maria da Penha e demais que se posicionam a favor da permanência do pequeno com seus avós maternos, pai adotivo e irmã.
Como é triste ler nesse espaço pessoas desinformadas opinando sem conhecer nada do caso, do Sr. David, (quem é êle?), gerar é um ato biológico, criar e educar é um ato de amor, não conheço o Sr. David mas em contrapartida, Bruna, era brasileira, honrou a segunda maternidade até o final com perda da própria via, virtude que nem todas tem. A Justiça? Brasileira decidiu a favor do pai por questões econômicas, para ganhar favores econômicos dos Estados Unidos.Lembrem-se de vários casos divulgados na imprensa que tratam de casos semelhantes envolvendo países de somenos importância, em que o Itamaraty é mobilizado para
trazer a família para cá sem o pai? Vejam a repercussão Internacional e constatem que o que está em jogo não é o bem estar da criança mas a influência económica. Porque que os que querem a ida do menino não se posicionam pela ida de Battisti para a Itália, pela saída de Zelaya da embaixada brasileira em Honduras? Reflitam, abram seus corações, se o pai do menino for dotado de boas intenções, onde elas foram poarar nesses últimos 5 anos? Qual a sua família? Tem um lar estável com o que o mnino tem aqui no Brasil? Isso foi levado em conta pelas autoridades do STF?
Tenham todos um Feliz Natal.

mychelle 5 de Janeiro de 2010 - 15:00:38

Oi Lucas,
Vim aqui lhe dar os meus parabéns por sua brilhante reflexão do caso exposta em seu comentário.
Meu caro, infelizmente há pessoas que não tem a mesma sensibilidade para uma análise mais profunda de um caso concreto, baseando somente em algumas fundamentações legais, o que muitas vezes serve apenas como um instrumento para manusear os tolos.
Ao que a meu ver e ao seu pelo jeito, o caso é bem mais complexo do que parece, trata-se de um oportunista utilizando do judiciário para auferir vantagem patrimonial.
Você mencionou uma boa questão: Onde esteve o tão bem intencionado pai durante esses 5 anos?
O David já ganhou anteriormente 150 mil dólares p/ tirar o nome dos avós do fajuto "seqüestro", e agora quer novamente mais dinheiro. Esses são os objetivos dele.
Ele pelo jeito é um aproveitador nato e sem critério algum. É um pilantra de marca maior que ainda consegue convencer aos que não tem essa percepção de que luta realmente pelo filho. Lastimável...
Mais uma vez, parabéns por sua interpretação!
Feliz 2010!

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Carlos Fasolin 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Ainda que demoradamente, a decisão ao que parece foi da entrega do garoto ao pai biológico. A decisão mostra que há bom senso em alguns aspectos no judiciário brasileiro, Bom seria se o judiciário agisse de pronto em questões simples como se apresenta o caso do garoto Sean onde o Código Civil aponta que a guarda é do pai na falta da mãe (sem considerar a questão do sequestro que a mãe praticou) e nem deveria ser o judiciário provocado numa questão tão óbvia e que serve somente para entupir ainda mais o mecanismo judicial que a bem da verdade é um caos. Portanto, como já disse em comentário anterior, creio que os que tem pensamento diverso deveriam ler um pouco mais nossas Leis, nem que fosse apenas no caso concreto que se apresenta, para então tecer comentários que sejam pertinentes, além de considerar a questão moral que permeia o caso. É certo que muitas vezes a justiça passa ao largo, como é o caso de crimes de colarinho branco em todos os escalões do governo, na mídia diariamente e que enojam a imagem do Brasil, ou casos como o médico pilantra que dopava suas pacientes e as depois estuprava, esse patife foi solto graças ao Gilmar Mendes, vejam se pode. É de se lamentar profundamente, contudo vejam: quem elege a pessoa para o STF é o Presidente e quem elege os políticos somos nós, assim, a culpa é nossa por votar em pessoas tão sem vergonha e sem moral, sem senso de justiça, mentirosos contumazes e sem Deus no coração.
Nós podemos mudar esse quadro, basta querermos.

vanderlei luiz mazim 23 de Dezembro de 2009 - 20:58:59

E meu amigo Carlos Fasolin, quem colocou o Gilmar Mendes la foi, (Fernando Henrique Cardoso), infelizmente Herança Maldita.

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Stela 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha escreveu: "guiados por raiva, afinal o menino é filho da nora". E por acaso também não é filho do David? Era para esclarecer ou confundir? Se alguém entendeu, por favor me explique.

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Stella 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Bela e sábia decisao do Ministro Gilmar Mendes. Mãe sequestra o filho; mãe se divorcia sem o consentimento do marido(continua casada nos Estados Unidos);mãe se casa com outro; mãe morre.O filho fica com quem? Óbvio que com seu pai biológico. Parabéns Sr. Ministro, até que enfim, parabéns Brasil!

vanderlei luiz mazim 23 de Dezembro de 2009 - 21:02:18

Parabens Gilmar Mendes, que tira estrupador da cadeia, continua assim direito de quem precisa justiça, parabens a todas as mulheres que foram estrupadas ne ja pensou se voce fosse vitima. Esse país virou uma piada com a justiça.

Elaine 5 de Janeiro de 2010 - 09:54:55

Raquel, pelamordedeus...vc não sabe nem quem o sr. Ministro gilmar Mendes é. Vá procurar saber.

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Rafaela 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Acertadíssima a decisão do STF. Lugar de filho ófão de mãe é junto do pai e não de padrastro ou avó. Seja feliz, David, Deus te deu o melhor presente de Natal.

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Leo 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Até que enfim a verdadeira justiça foi feita! David e seu filho juntos, sem mais tanta enrolação e adiamentos. Finalmente o Brasil mostrou que é um país que sabe honrar os tratados que assina. Um Feliz Natal é o que desejo a David e seu filho Sean.

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Maria da Penha... 23 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Interessantes suas observações Wanderlei Luís Mazim. Infelizmente,assim as coisas funcionam.Agora é só aguardar.Poderiam dar um tempo maior para que o garoto não fosse arrancado de sua família de forma tão brusca.Claro que a lei tem de ser respeitada,mas,quando sentimentos estão envolvidos,tudo muda.Qualquer pessoa,por mais burra que seja,entende isso.

Eddie 23 de Dezembro de 2009 - 23:13:50

Ora, por acaso o pai não se utilizou dos meios legais para ter devolvido a si seu filho? Importa dizer, pelo que se sabe, que o filho foi tirado do pai de forma precária, tendo a mãe usado da boa-fé do pai, valendo-se de que iria passar férias na sua terra natal, e, dali, nunca mais voltado. Portanto, quem fora abruptamente tirado da companhia: O filho de seu pai (e vice-versa), através de um expediente precário, ou o neto da avó (e vise-versa), através dos meios legais? Isso, sem se falar que os julgamentos das ações interpostas pelo pai foram realizados paulatinamente, ou seja, através da Justiça. Ora, foi dado, sim, um tempo ao garoto, e neste ínterim, ficou à mercê dos avós. Nesse sentido, não há que se falar que o menor fora arrancado do seio avoengo "de forma tão brusca". Todos aqui, acredito, tem o mesmo nível de cognição do caso. Aliás, a imprensa presta informações muito precárias quando se trata de notícias jurídicas. Outrossim, se os colegas internautas querem saber de alguma coisa, leiam a decisão do Ministro Gilmar Mendes nos MSs que julgou, e que causaram a derribada da liminar no HC interposto pelos avós maternos do garoto. Dali, dá para perceber que não se trata de decisão objetivando meramente favores econômicos, embora possa haver conseqüências, também políticas, pois a questão imediata a ser resolvida, ou seja, a questão familiar, em consonância com o ordenamento jurídico vigente, já fora decidida e bem cuidada pelo viés ordinário, qual seja: a tramitação de ação na Justiça Federal, inclusive com oportunidade de recurso junto ao TRF da 2ª Região (acórdão exarado que não li, mas que é citado como existente -é só ler a decisão dos MSs 28524 e 28525), ampla defesa e contraditório, assim como a produção de todo tipo de prova lícita disponível (inclusive, o próprio Ministro Gilmar Mendes, sintetizando as razões da AGU em sua decisão, utiliza-se da expressão "após ampla cognição de fato e de direito de todos os elementos do caso" nas vias ordinárias - MS 28524). Outrossim, óbvio que criar e educar é um ato de amor, e isso é de responsabilidade dos pais. A lei é inteligente ao dar esse direito aos pais (e não só a lei brasileira), sendo que só será tirado tal direito, se ocorrer uma das hipóteses em que o poder familiar deva ser subtraído dos pais, e nunca se cogitou isso no presente caso - daí, pode se concluir que o pai não possua nada que o desabone.

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LEILA 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A decisão do STF através do ministro Gilmar Mendes foi de grande excelência pois Sean deve sim ficar com o seu pai biológico,acredito que essa decisão foi de magnificência pois Sean já teve um periodo de convivência com o seu pai, ele o conhece, sabe como ele é, caso contrario se o menino nunca tivesse tido nenhum contato com o seu pai,só poderia assim cogitar-se a sua ida para os EUA, já que em tal hipótese o menino não conhece o seu pai,de tal modo está de parabéns o ministro com essa sábia decisão....

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MARCIA 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A CONVIVÊNCIA E A AFINIDADE, VALE MAIS QUE O "SANGUE", QUANDO SE ESTÁ DISTANTE DE UM PAI OU ENTE FAMILIAR HÁ MUITO TEMPO, NO QUAL AS LEMBRANÇAS QUE TEM ERA DE QUANDO BEBÊ, DIGO LEMBRANÇAS VAGAS, MESMO SENDO FAMILIAR, MESMO SENDO PAI, NÃO HÁ COMO TER NENHUM SENTIMENTO DE AMOR E DE AFETO, O SENTIMENTO FLUI NAQUELES QUE ESTÃO PROXIMOS,QUE DÃO AMOR TODOS OS DIAS, AQUELE QUE ACOMPANHA SUA VIDA DIARIA,NA ESCOLA, COM AMIGOS, PARENTES, IRMÃ, DERREPENTE ESSA CRIANÇA DE 09 ANOS QUE JÁ TEM UM DISCERNIMENTO DE BOM OU RUIM,SER LEVADA PRA UM LUGAR DESCONHECIDO E PARA UM PAI DISTANTE, ONDE TODOS SÃO DESCONHECIDOS,COMO É TRAUMÁTICO.É SÓ REFLETIR. DÁ PRA SENTIR O SOFRIMENTO DESSA CRIANÇA.

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jadir de araujo 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sra. Maria Helena, os comentários devem se restringir, exclusvamente, ao garoto Sean Goldman e não a erros de grámatica. Foi deselegante a sua atitude.

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Lucas 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

É uma verdadeira palhaçada, será que os mesmos que autorizaram a idado do menino vão conseguir ter um Natal Feliz? Com o meninos longe de sua família brasileira? O Brasil é um país de contradições. Deportou D. Pedro II, quando seu pai proclamou a independência, a troco de uma república já corrompida.
Deportou os atletas cubanos que aqui procuraram asilo. Está retendo um bandido italiano. Acolhe os terroristas dos anos 70 como heróis, que se locupletam em cargos públicos, eletivos, a marioa corrompidos, praticaram toida a sorte de desatinos na militância e hoje estão recebendo indenizações vultosas e pensões milionárias do INSS sem qualquer descontos do IR. Vejam no caso do Presidente e de sua Ministra mór, no caso do Presidente, seu filho tornou-se sócio milagrosamente de uma companhia telefônica sem nenhum capital próprio, no caso d Sra. Dilma, além dos salários de super-ministra ainda acumula um salário milionário da Petrobrás com parte de seu conselho, algo em torno de R$1.000.000,00 anuais. Essa gente decide o destino de uma criança para satisfazer interesses estrangeiros. Que país é este.O menino arrancado do seio de sua família. Quem pode provar que sua mãe o sequestrou? Se a Justiça Brasileira não se tornar independente a democracia brasileira ´vai para o espaço, senhores Ministros.

mychelle 5 de Janeiro de 2010 - 15:08:35

Parabéns mais uma vez.
Lucas, feliz desse país seria se todos tivessem essa sua visão.
Infelizmente nosso país é um país onde a cegueira é muito maior, e mais conveniente que a informação. Sempre cheio de conveniências...

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EDIZIOFERREIRA... 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada


Tem dias que a gente se sente
Um pouco talvez menos gente
Um dia daqueles sem graça
De chuva cair na vidraça
Um dia qualquer sem pensar
Sentindo o futuro no ar
O ar carregado, sutil
Um dia de maio ou abril
Sem qualquer amigo do lado
Sozinho em silêncio calado
Com uma pergunta na alma
Por que nesta tarde tão calma?
O tempo parece parado?
Está em qualquer profecia
Dos sábios que viram o futuro
Dos loucos que escrevem no muro
Das teias, do sonho remoto
Estouro, explosão, maremoto
A chama da guerra acesa
A fome sentada na mesa
O copo com álcool no bar
O anjo surgindo no mar
Os selos de fogo, o eclipse
Os símbolos do Apocalipse
Os séculos de Nostradamus
A fuga geral dos ciganos
Está em qualquer profecia
Que o mundo se acaba um dia
Um gosto azedo na boca
A moça que sonha, a louca
O homem que quer mas esquece
O mundo do dá ou do desce
Está em qualquer profecia
Que o mundo se acaba um dia
Sem fogo, sem sangue, sem ais
O mundo dos nossos ancestrais
Acaba sem guerra, os mortais
Sem glórias de mártir ferido
Sem o estrondo mas com gemido
Está em qualquer profecia
Que o mundo se acaba um dia
Um dia
edizio

Deborah 24 de Dezembro de 2009 - 09:29:02

Quanto à legalidade da questão, não há o que se discutir, a razão está com o pai. O tratado deve ser honrado, e esquecido essa xenofobia que por vezes contamina as opiniões. Isso é Direito, é a vida de pessoas, e não uma ridícula disputa pra saber que país é melhor ou mais forte.

Entendo a posição de Maria da Penha, apesar de discordar. Também fui uma filha tomada do convívio paterno pela minha mãe, e cresci com esta e com meus avós, e posso garantir o quanto isso foi danoso...

Minha mãe me ama? Com toda certeza. Meus avós? Como uma filha... Mas também souberam me manipular muito bem contra meu pai, pois eu era uma criança, afinal. Não por maldade, mas simplesmente pra me manter longe dele, por medo. Ele também nunca desistiu, mas eu mesma o repeli durante toda a infância. Agora, maior, adulta, tenho a plena consciência do que aconteceu e do quanto perdi com este afastamento. E tento, juntamente ao meu pai, recuperar 'um pouco' do que perdemos.

Quanto à disputa por Sean, além das questões afetivas, reside também uma disputa econômica, que não deve ser esquecida. O seqüestro, sim, ocorreu. A Justiça brasileira agiu cretinamente, acobertando um crime cometido por aquela mãe, independente dos motivos que a levaram a cometê-lo. Um crime é sempre um crime, e não figura a seu favor, pelo que eu sei, nenhuma excludente de culpabilidade. Se, ao menos ela ainda fosse viva, poder-se-ia haver alguma discussão acerca da guarda. Porém, com sua morte, não há dúvidas quanto ao direito do pai de reaver a guarda do filho, sanando o mais rápido possível a ilegalidade da situação. Entre pai e filho também poderão formar-se laços, e, ao que tudo indica, David será um ótimo pai, criando Sean com todo o amor e carinho que uma criança precisa.

Bem, um Feliz Natal a todos! ;-)

Eddie 24 de Dezembro de 2009 - 10:18:28

Olá Deborah!!! Muito bom saber de sua experiência, apesar dos pesares e de tudo que você passou. Você mesmo descreve as conseqüências que sofreu, que entendo maléficas, e que aqui alguns internautas defendem. Aliás, a culpa acerca da situação que você descreveu não é sua. Tem um texto da Dra. Maria Berenice Dias que trata da chamada, e bem presente na sociedade, síndrome de alienação parental (Texto: "Síndrome da alienação parental, o que é isso?"). Talvez te ajude a compreender melhor o que muitos filhos sofrem. Dê uma lida -está no site do www.jus.com.br. É só digitar "síndrome de alienação parental" na busca daquele site. Você, e todos os nossos amigos internautas, podem concordar que isto também possa ter acontecido no caso do menor que estamos vendo aqui no site (duvido que não tenha ocorrido). Um grande abraço e um feliz Natal pra você também e a todos!

Deborah 24 de Dezembro de 2009 - 10:31:18

Obrigada, Eddie!

Bem, não me culpo, tampouco a meus avós ou mãe. Creio que eles fizeram o que acharam que seria melhor pra mim, apesar de não mensurar muito bem as consequencias... De resto, tenho a vida inteira pra tentar consertar.

Pareceu-me muito interessante essa síndrome [especialmente por me dizer respeito, talvez], então vou realmente dar uma olhada no tema. Grata pela dica!

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Deborah Addams 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Quanto à legalidade da questão, não há o que se discutir, a razão está com o pai. O tratado deve ser honrado, e esquecido essa xenofobia que por vezes contamina as opiniões. Isso é Direito, é a vida de pessoas, e não uma ridícula disputa pra saber que país é melhor ou mais forte.

Entendo sua posição, Maria da Penha, apesar de discordar. Também fui uma filha tomada do convívio paterno pela minha mãe, e cresci com esta e com meus avós, e posso garantir o quanto isso foi danoso...

Minha mãe me ama? Com toda certeza. Meus avós? Como uma filha... Mas também souberam me manipular muito bem contra meu pai, pois eu era uma criança, afinal. Não por maldade, mas simplesmente pra me manter longe dele, por medo. Ele também nunca desistiu, mas eu mesma o repeli durante toda a infância. Agora, maior, adulta, tenho a plena consciência do que aconteceu e do quanto perdi com este afastamento. E tento, juntamente ao meu pai, recuperar 'um pouco' do que perdemos.

Quanto à disputa por Sean, além das questões afetivas, reside também uma disputa econômica, que não deve ser esquecida. O seqüestro, sim, ocorreu. A Justiça pátria cometeu manifesta ilegalidade, acobertando um crime cometido por aquela mãe, independente dos motivos que a levaram a cometê-lo, um crime é sempre um crime, e não figura a seu favor, pelo que eu sei, nenhuma excludente de culpabilidade. Se, ao menos ela ainda fosse viva, poder-se-ia haver alguma discussão acerca da guarda. Porém, com sua morte, não há dúvidas quanto ao direito do pai de reaver a guarda do filho, sanando o mais rápido possível a irregularidade da situação. Com ele também poderá formar laços, e, ao que tudo indica, ser um ótimo pai, criando-o com todo o amor e carinho que uma criança precisa.

Feliz Natal a todos! ;-)

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José Frávio 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Boa tarde para todos...ô povinho sem noção esse que escreve aqui não gente!!!!MEU DEUS...É TUDO TÃO SIMPLES...NÓS BRASILEIROS E NORTE AMERICANOS E QUE GOSTAMOS DE COMPLICAR TUDO!!! ERA SÓ DIVIDIR O MENINO AO MEIO...METADE PARA A AVÓ ESTÉRICA...OUTRA METADE PARA O PAI QUE ASSINOU CONTRATO MILIONÁRIO COMA REDE DE TV NBC, PARA RECEBER DIREITOS AUTORAIS DE UMA MINISSÉRIE LÁ...E TÁ EXPLICADO!!!

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Sra.jadir de araujo 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O comentário acima, feito pelo sr. Clóvis, mostra o quanto os filhos devem viver sob a guarda de seus pais biológicos.
Aqueles que são contra a ida do garoto Sean Goldman para a sua terra natal, o fazem, simplesmente, por pura "patriotada". Chega de demagogia barata!
"... HOJE TENHO CERTEZA QUE VIVER COM MEU PAI BIOLÓGICO FOI A COISA CERTA, AMO MUITO MEUS PARENTES, MAS MEU PAI FOI UM SUPER PAI..." (Clóvis)

Sr. Clóvis, parabéns pelo seu comentário. Foi o mais sábio e lacônico de todos os acima feitos.

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Maria da Penha... 24 de Dezembro de 2009

Déborah entendi o que você disse.Você foi educada.Pelo que passou tirou uma lição de vida.Que bom você estar conseguindo se entender com seu pai.Tudo de bom a você e seus familiares.Um abraço e seja feliz com seu pai.Você merece.Que Deus ilumine você.

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cleber 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Boa tarde

Não sou formado em Direito me perdoem se minhas, observaões forem desconectas.

Mas o que eu vi , foi o direito natural das coisas, de um pai ter o seu filho consigo
E esta ausencia de uma forma muito estranha, a mulher some, rapta se filho que ele gosta , claro que todo pai de bom senso vai querer ele de volta.
Não sou pai mas , entendo que eu tambem faria isso numa situação destas, mas o que tenho lido, o direitos do pai esta segurando na lei interna, e em lei que regem países , e olha que não sou advogado para chegar a esta conclusão.
---------------------------------
Mudando da agua para o vinho.

Trabalhamos em produtos naturais, todos registrados na ANVISA.

Temos para diversas enfermidades, a base de ervas
medicinais.

Meu MSN: ssscleber@hotmail.com

ATT/Cleber

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edizio ferreira... 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

como não sabemos como seraão os dias que vimrão melhor e acreditar que esse foi o melhor caminho . os nossos antepasados diram fim dos tenpos ne ? deixamos o lado juridico de lado e que seja um final feliz .

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Angelo 24 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A Lei foi feita para ser cumprida! Porém cabe aos operadores do Direito aplicá-la respeitando o ser humano acima de tudo. O menino deve sim ficar com o pai, porém jamais deve ser afastado de seus familiares no Brasil, principalmente de sua irmã, que perdeu a mãe e agora fica também sem o irmão. Aqueles que sabiamente aplicam a Lei não podem fechar os olhos aos Direitos e garantias Individuais, todo esforço deve ser feito para que os familiares brasileiros possam estar sempre em contato com o adolescente.

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Julio Cezar... 25 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sou um pai de família e estou convicto que filho é pra estar ao lado do pai e da mãe. Contudo, a familia materna tem todo o direito de ficar um tempo com a criança, seja nas férias, seja no Natal de 2010, emfim, devemos louvar a atitude do Pai que a todo custo tem demonstrado o amor que sente pelo filho. Espero que Sean seja muito feliz ao lado do seu Pai, que se torne um homem de bem e que ao tornar-se adulto, possa ficar ao lado das pessoas que sempre o amaram!!!!

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osvaldo de souza 25 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Pois é Maria da Penha, pelo jeito você anda empenhada, mas não em coisas boas, mas sim de querer levar a opinião publica a ver e a olhar para o sensacionalismo desnudado da imprensa. Outra coisa, eu tenho certeza que você não tem filho, pois se tiver, com certeza foi adotado. Porque um sentimento deste, desumano e arrogante, sim, arrogante, porque o direito do pai sobre o seu filho nestas circunstancias são inquestionáveis e de direito legitimo, puro e adquirido desde o nascimento da criança, corroborado ainda pela capacidade e aptidão de seu pai, diga-se de passagem, nem todo pai teria este cacife para enfrentar tantos interesseiros em um ambiente tão hostil e interesseiro, e digo mais, o Presidente do STF, Gilmar Mendes, deveria repreender esta mulher, que se diz avó do Sean, porque quando uma pessoa que sabe dos direitos alheios, no caso o Pai, e tenta colocar o filho, inocente, corruptível, pela sua idade, contra o pai, que lhe ama, e foi muito longe para conseguir a guarda de seu filho, sinceramente o único jogo político e interesseiro que houve nesse caso, foi , da avó e sua Maria da Penha....Vê se não piora mais as coisas com seus depoimentos insanos....

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osvaldo souza 25 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Boa noite senhorita lo, ou melhor, louca!
Olha aqui sua pretensiosa, respeite o comentário do colega, e outra coisa, o único conteúdo que você tem , é um saco cheio de amargura e rancor, ninguém aqui tem nada haver com teus problemas íntimos, os quais, estão servindo de meio para jogar este lixo em meio a um espaço democrático, e incentivando a outros levados, a debulhar o que de fato é notório em uma sociedade de pessoas humanas, é porque ultimamente andam inventando outras sociedades... então vai num psicólogo, pratica algum esporte, ou então, vai procurar um marido, porque com certeza você esta precisando... Passe bem...

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lo 25 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Osvaldo Souza, deves ter a mesma formação autoritária-ditatorial da Jadir!!!
Muito embora creia que você não passa de um verme autoritário, acredito que algum dia ainda vais chegar a ser uma ameba arbitrária!
Para quem começa pregando respeito e TAMBÉM OFENDE vindo a perder sua parcialidade e isenção, o nome adequado é: "Seu" hipócrita demagogo!!!

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Maria da Penha... 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Senhor Osvaldo de Souza: É um direito meu expressar o que penso,em termos educados.Ponderei todos os lados da situação.Evidente que o pai tem seus direitos,porém,os avós,o tio e o padastro não só o criaram,como deram carinho,amor e proteção.Sem dúvida,o menino foi retirado bruscamente. Vamos aguardar o futuro desta situação.Não acho que eu esteja tumultuando a situação,pelo contrário,dialogando abertamente.Faço de forma educada,respeitando as pessoas e suas opiniões.Sou esclarecida o bastante para dizer o que penso,sem ser grosseira.Desculpe-me,mas precisei repreender o Senhor. Tudo de bom em 2010.

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Petrus 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Pessoal:

Vejam que curioso: "Conhecem a frase:Sangue do meu sangue?"
Maria da Penha, sim conheço! Sangue do Sr. David Goldman por sinal! Ou você trocou todo o sangue da criança pelo da avó ?
Esta claro aqui que tanta "dedicação" por sua parte, não pode ser méro desconhecimento do que fala. Muito provavelmente você é amiga da família brasileira, isto se não for um FAKE da própria Silvana!
Dúvido, repito, DUVIDO, que qualquer um que seja Pai ou Mãe e, especialmente se tiver "sentido na pele" algo parecido, possa defender a permanencia da criança no Brasil! No mais, "engenheiros de obras prontas" ou seja, falar daquilo que não se conhece, é muito fácil! Pergunto: E se a nora de um de vocês tivesse, nas mesmas condições, levado seu neto(a) para a Alemanha ? Estariam defendendo que ficasse por lá ?? D U V I D O !

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Alexandre Alamino 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

MAria da Penha, alguém disse que não existe amor e carinho da avó? O que você está esquecendo é que EXISTE amor e carinho também com o pai! O mesmo foi privado involuntariamente do contato do filho! Além do mais padastro é padrasto, não tem direito sobre o filho dos outros, ainda mais quando este desde o inicio vem buscando o restabelecimento dos laços com o filho!!
Outra coisa, uma criança de 9 anos ser ouvida? kkkkkkk ! É para rir!!

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Alexandre Alamino 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O que é o "amor de mãe"? E o "amor de pai", não existe? É necessario deixar bem claro que pai e mãe são figuras criadas culturalmente para nós, unidades de carbono sexualmente definidas, com igual capacidade de criar sua prole, de amar e de acertar ou errar!
Portanto, deixemos de lado essa questão de -- perdendo o sentimento de "amor de mãe"! Isso soa jargão...

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Alexandre Alamino 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Shirley, acho que você não conehce bem o caso. Assim que o sequestro aconteceu - a mãe unilateralmente resolveu se separar do pai forçando a permanência deste no Brasil - o pai moveu as ações cabíveis, portanto ele não abandonou o filho. Os trâmites judiciais muito bem manipulados é que estenderam esse tempo a 5 anos!

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debora carneiro 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

O nome deste monstro que circundou o menino Sean é Alienação Parental que nos EEUU existe Reconhecimento Jurídico, que protege a criança deste abuso psicologico causado por quem mantem o menor em sua guarda , excluindo o outro genitor da vida de um inocente. Materia esta que esta em Projeto de Lei no Brasil e que , aqueles que conhecem muito bem o funcionamento do sistema judiciário se aproveitaram da situação para cometer este ato insano.
Sim , eles sabiam a maldade que estavam praticando.
Ato este que num futuro proximo, espera-se:
trará consequencias judiciais tambem aqui neste país.

Aproeveitem para se interar do assunto no site:

www.amorteinventada.com.br

Feliz Ano Novo._àqueles que tem seus filhos a seu lado_
Deborah Carneiro

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Marcos Quezado 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sra. Maria da Penha, espero que essa criança não seja o espelho da mãe como a senhora diz. Se for, vai ser um egoísta como ela que não pensou na dor do pai e nem do filho quando resolveu separá-los há 5 anos atrás.

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Eddie 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Também. Mas é mais uma questão de lógica do que política, econômica, cultural ou até mesmo jurídica: Essa é a lógica: Vó é vó (nossa, sério?), pai é pai (Não acredito!), filho é filho (Poxa, estamos quase descobrindo a verdade!) e neto é neto (Alguém sabia disso?). Qual a lógica de toda essa lógica para um neto deixar de ser filho e voltar a ser filho de alguém que não é filho? Dá pra entender? Até fiquei confuso: Quem é o pai mesmo?

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Eddie 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A resposta e pegunta acima foram à Raquel, tá?

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Eddie 26 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Mas é mais uma questão de lógica do que política, econômica, cultural ou até mesmo jurídica: Essa é a lógica: Vó é vó (Nossa! sério?), pai é pai (Não acredito!), filho é filho (Poxa, estamos quase descobrindo a verdade!) e neto é neto (Alguém sabia disso?). Qual a lógica de toda essa lógica para um neto deixar de ser filho e voltar a ser filho de alguém que não é filho? Dá pra entender? Até fiquei confuso: Quem é o pai mesmo? Que tal uma campanha junto aos EUA, e a todos os países, e à toda natureza e suas leis, para mudar a lei da lógica e todo avó passar a ser pai e todo pai passar a ser avô? Nooosssaaaaa, que panacéia!!!!! Acho que tem gente querendo isso, mas eu não.

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Maria da Penha... 27 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sine Dantas: Lamentável sua situação.Quanta injustiça. Que Deus a ilumine.Procure um programa de televisão do SBT, para lhe ajudar.Entre em contato com um programa local.O jornal do Ratinho é de grande ajuda.Que tudo termine bem,a esta altura do campeonato.Lute,lute,lute.

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Maria da Penha... 27 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Senhor Petrus: Não conheço a família brasileira.Apenas acompanho o caso.Sei o que a mídia diz.Garanto que o Senhor está na mesma situação.Entendo que uma convenção tem de ser respeitada.Tenho a minha opinião.Qual o problema? Sangue do meu sangue.E daí? Digo o que penso educadamente.Qual o problema? A sua opinião é uma.A minha é outra.Isto é democracia,liberdade,educação.Seja educado. Tenha um bom 2010.

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Aljulio Ferreira 28 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Lamentável, Sr. Ivys, com todo respeito, sua ignorância juridica.

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mychele 29 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

blá blá blá ... Falar e julgar baseando-se em leis parece ser fácil, ganhar ou perder em uma disputa judicial é um fato, mas o mais importante mesmo não foi levado em consideração.
Não está sendo observado o que o Sean deseja, ou seja, o seu bem estar.
A criança não julga entre o certo e errado, mas tem vontades, tem sentimentos, tem afeto, tem apego.
Uma criança não deveria ser alvo de batalha real, ainda que haja, o centro de proteção deveria ser a sua volta.
Sinto muito pelo que o inocente Sean está tendo que passar, forçado cruelmente por vontade alheia a ir embora deixando tudo o que tem como referência de seu lar.
O amor deve antes de tudo poupar o amado do sofrimento, que tipo de amor é esse desse pai biológico?
Quanta crueldade...

Eddir 1 de Janeiro de 2010 - 22:57:12

blá blá blá ...

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EDSON SAMPAIO 29 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

É preciso, antes de tudo, respeitar a decisão soberana do STF e principalmente do Ministro Gilmar Mendes (ele não está ali por acaso).
Mas Internet é isso mesmo; aqueles que entendem apoiam e aqueles que nada sabem, criticam.
Muito embora um Ministro tenha "aliviado" a vontade dos avós, é preciso entender que na realidade o pai biológico é quem efetivamente deveria ter tal guarda já que a mãe da criança falecera. Isso restou decidido e aqui, no Brasil, transitado em julgado, encerram-se quaisquer ilações a respeito da Soberana Justiça. No meu modesto sentir não há mais o que se discutir sobre este assunto.

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Jose Carlos 29 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Sou admirador do Min. Marco Aurélio, mas a decisão acertada foi do Min. Gilmar Mendes. Parabéns pela decisão, ratificando o que já decidira o TRF2. Dura lex sed lex. Lei é para se cumprir; o brasileiro tem que parar com essa mania de se deixar levar pela emoção, pois vai ao estádio pedindo paz e xinga a mãe do árbitro (para não falar o pior). Sou brasileiro, não gosto dos Estados Unidos, mas o direito é do pai de Sean. É preciso observar que há muitos outros casos no Brasil, emperrados pela morosidade do judiciário, que permitem que crianças se apeguem a estranhos (no caso, o padrasto). Concessa maxima venia, andamento processual é na China (sem trocadilho), onde um britânico (notícia fresca) foi detido em 2007, processado e condenado em 2008 e executado em 2009. Se assim tivesse agido a justiça brasileira, ainda em 2004 (no mais tardar em 2005), esse padrasto (que alega ser chamado de pai) nada poderia alegar, pois o menino não teria tempo nem de conhecê-lo. Quanto à avó, cabe a ela visitar seu neto, assim como receber sua visita, sem querer se achar no direito de criá-lo.

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jaime cacildo de... 29 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A questão é que o ministro Gilmar Mendes passou por cima da convenção de Haia, no momento que não levou em conta a questão de adaptação do garoto que também é brasileiro, sob guarda de brasileiros, sabendo que legalmente não poderia mandar o garoto de volta, ele de forma equivocada optou por colocar o menor na ilegalidade e expulsou o menino que é brasileiro nato de forma totalmente ilegal, já que, como brasileiro ele não poderia sob argumento algum ser deportado como de fato foi. Observem bem que o ministro não devolveu a guarda ao pai biológico, simplesmente mandou entregar o garoto as autoridades consulares americanas, isso é crime contra o protocolo da criança e adolescente,e o mais triste nessa situação,é a submissão do Supremo a politicagem interna e externa, portanto nós brasileiros temos que deixar de ser capachos, e parar de puxar o saco de americano que prega a lei para os outros, mas eles nunca a respeitam, por falar nisso existem em torno de 50 crianças brasileiras sob guarda de familiares americanos e requisitados por familiares brasileiros. E vocês sabem qual o argumento que eles utilizam para não devolverem nossas crianças? É a mesma convenção de Haia, o critério da adaptação do menor, dessa forma os Magistrados que decidiram pela permanência do menor agiram na maior lisura legal e moral.

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Adriana 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Incrivel como os avos maternos acreditam que tem mais direito sobre o garoto do que o proprio pai.
Se tivessem pensado no garoto de fato já o teriam entregue pois ele tem pai e sedo ou mais tarde a "justiça" o devolveria, com a decisão de ficar com o garoto só causaram dor a criança, e ainda queriam que a criança fosse ouvida, incumbindo-o a uma decisão sob pressão, foram muito crueis. Tiraram o direito da criança de conviver com o pai nesses 5 anos de disputa judicial. Espero que ele seja muito feliz com seu pai.

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mychelle 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Cara Maria,
Resta isso muito claro em minha opinião também.
A hipocrisia infelizmente é qualidade característica de brasileiro.
É fácil falar da aplicabilidade de lei na vida dos outros. Cabe bem àquele velho ditado popular no caso: "pimenta nos olhos dos outros é refresco".
É exatamente essa cegueira (o pior que nem se trata de ignorantes) que permite tanta barbaridade nesse país.
Um modelo, falido, que não quis ver a criança por quatro anos para caracterizar um seqüestro que não houve porque foi abandonado, financeiramente e emocionalmente, pois o safado dependia da mãe do garoto, se utiliza da situação para virar um "vaga..." de vez e uma platéia aplaude.
Que lixo que é esse povo. É muito triste a falta de percepção. O pior é que muitos desses atuam como advogados.
A mãe sempre teve endereço, telefone não houve nenhuma omissão de formas para que o pai pudesse entrar em contato com filho, se quisesse.
Observe: Será mesmo um seqüestro quem não quer mais voltar, pois é explorada para manter comida em casa? Uma menina com educação como era ela não merece ter que sustentar homem que não trabalha em casa.
Depois pulando para a parte da Convenção de Haia, para os que dizem que ela foi cumprida, ela não foi cumprida. Como eu já disse não há o que se falar em lei certa e errada, pois há fundamentações legais para qualquer tipo de decisão. Poderia ter o ministro feito uma decisão fantástica optando por poupar o menor, não o retirando de seu convívio com as pessoas as quais houve uma adaptação familiar. Além disso, poderia ter determinado que o pai tivesse direito ao acesso diário ao menino por meios de telefone, webcam, o que seja, e garantir o envio dele nas férias para ver o pai, mantendo isso até aos doze anos, aonde ele deveria ser ouvido para que fosse cumprida a vontade do menor. Mas não, trataram o caso como se a criança fosse um objeto.
Qual o maior bem a ser observado no caso???
Essa resposta muito simples ao meu entender.
Sem mais palavras...

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mychelle 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Caro Luis Aragão,
Obviamente sou Mychelle, como descrito!rsrss
Dizer que obviamente não sou Michel porque tenho um opinião pieguista no seu entender me mostra claramente que o Sr. que deveria observar quanto ao seu machismo!! Não é nenhum tipo de apelo sentimental, é uma opinião baseada em fatos reais, aonde não se trata de objeto e muito menos do interesse do pobre pai coitadinho (que em minha opinião é um grande golpista), mas uma criança.
Quanto ao seu comentário sobre a função de pai eu concordo plenamente, tem pai com muito amor p/ dar sim, eu conheço inclusive pais que cuidam mais que mães, e também mães que utilizam seus filhos para obter vantagem patrimonial, que e pelo ego querem a qualquer custo prejudicar o pai, que obrigam o pai a pensões alimentícias exageradas não pelo fato de precisar, mas sim de prejudicar o pai que não é mais seu marido, e tudo isso vice e versa. Se eu continuar escrevendo sobre o que existe quanto abuso de mães ou pais em fatos cotidianos que vemos e em contra partida como há ótimos pais e ótimas mães, eu escrevo um livro. Pois há tanto mães quanto pais "bons", e da mesma forma "ruins". Não tenho visão feminista.
Mas analisando o caso, vejo certamente que não se trata de amor o sentimento do pai biológico...
O amor e cuidado é muito mais que uma simples disputa meu caro amigo, é muito maior que o ego, que o dinheiro, e pelo que tenho visto cada vez mais não é esse o ponto de vista que leva o pai biológico em suas tentativas incessantes de reaver seu filho. Afinal revê-lo sempre foi uma opção, não executada, porém.
Você já viu a última reportagem? Vendeu a imagem do garoto p/ ganhar dinheiro, e agora ainda quer em média um milhão de reais pelos seus gastos... Quando é que ele teve esse dinheiro dele? Grande tacada do golpista, ou será que ele vai devolver aos que compraram os objetos com a imagem do garotinho?
Deprimente...
(BS: O meu comentário inicial é abaixo, o S'r. respondeu no comentário de outro, por isso minha demora para respondê-lo. Até mais.)

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mychelle 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Caro Luis Aragão,
Obviamente sou Mychelle, como descrito!rsrss
Dizer que obviamente não sou Michel porque tenho um opinião pieguista ao seu entender me mostra claramente que o Sr. que deveria observar quanto ao seu machismo!! Não é nenhum tipo de apelo sentimental, é uma opinião baseada em fatos reais, aonde não se trata de objeto e muito menos do interesse do pobre pai coitadinho (que em minha opinião é um grande golpista), mas uma criança.
Quanto ao seu comentário sobre a função de pai eu concordo plenamente, tem pai com muito amor p/ dar sim, eu conheço inclusive pais que cuidam mais que mães, e também mães que utilizam seus filhos para obter vantagem patrimonial, que e pelo ego querem a qualquer custo prejudicar o pai, que obrigam o pai a pensões alimentícias exageradas não pelo fato de precisar, mas sim de prejudicar o pai que não é mais seu marido, e tudo isso vice e versa. Se eu continuar escrevendo sobre o que existe quanto abuso de mães ou pais em fatos cotidianos que vemos e em contra partida como há ótimos pais e ótimas mães, eu escrevo um livro. Pois há tanto mães quanto pais "bons", e da mesma forma "ruins". Não tenho visão feminista.
Mas analisando o caso, vejo certamente que não se trata de amor o sentimento do pai biológico...
O amor e cuidado é muito mais que uma simples disputa meu caro amigo, é muito maior que o ego, que o dinheiro, e pelo que tenho visto cada vez mais não é esse o ponto de vista que leva o pai biológico em suas tentativas incessantes de reaver seu filho. Afinal revê-lo sempre foi uma opção, não executada, porém.
Você já viu a última reportagem? Vendeu a imagem do garoto p/ ganhar dinheiro, e agora ainda quer em média um milhão de reais pelos seus gastos... Quando é que ele teve esse dinheiro dele? Grande tacada do golpista, ou será que ele vai devolver aos que compraram os objetos com a imagem do garotinho?
Deprimente...
(BS: O meu comentário inicial é abaixo, o S'r. respondeu no comentário de outro, por isso minha demora para respondê-lo. Até mais.)

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mychelle 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Pessoas, por favor, analisem os fatos verídicos, leia a carta do padrasto do menino que já fora divulgada anteriormente. Será possível que ninguém consegue diferenciar um seqüestro de uma separação pelos mais justos motivos. Seqüestro quem causou foi o pai que se privou de ver o filho por quatro anos sob a perspectiva de caracterizar um seqüestro, que jamais houve. A criança sempre teve endereço fixo e quem quisesse poderia encontrá-lo. Sério mesmo que alguém defende esse aproveitador? O cara que só pensa nas vantagens e dinheiro que pode obter com o caso. Isso sim causa náuseas.

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João Cirilo 30 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A família materna do garoto diz que a briga ainda não terminou?
Ora, ora, isso é que é vontade de gastar (e ter) dinheiro, já que o pai do Sean disse que vai cobrar na justiça cada centavo que despendeu com essa ação ridícula.
O pessoal deveria, isso sim, se harmonizar e cada qual fazer um pecúlio para esse menino, se mais não fora, prá tratar de possíveis problemas de ordem pessoal com tanta tanta mixórdia, tanto rancor, tanta maldade de todos os lados, explorada pela imprensa ávida de notícias e de aproveitadores das desgraças alheias.

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Paulo 31 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Aos operadores do direito, meus respeitos, aos curiosos, que vão se informar, pra não dizer asneiras.
Ocorreu um crime em territorio norte americano cuja vítima é um cidadão norte americano, portanto sujeito as leis daquele país.
Não cabe interpretação "a brasileira" dos fatos e sim o cumprimento da decisão proferida com base em tratado no qual o brasil é signatário.

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Paulo 31 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Caro Yvys, cabe a parte vencida arcar com o onus do processo.
Ante a brutal situação a que foi exposto o pai biologico caberia tambem uma indenização por danos morais."DURA LEX SED LEX"

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Paulo 31 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

A srª esta equivocada, talvez antes de ser extremamente legalista, deva acordar para o fato de estarmos na terceira geração do direito, ja ultrapassamos o legalismo e estamos ja em fase de transição do direito constitucionalista para o direito internacionalista.
De outra forma estariamos correndo o risco de "retrocesso".
Atenha-se a hermeneutica.

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Paulo 31 de Dezembro de 2009 » postado em notícia relacionada

Considerações infelizes as de vossa senhoria, certamente esta no rol das seguidoras da srª Maria da Penha,que por não possuir nenhum conhecimento juridico, deveriam ater-se aos afazeres domesticos.

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mychelle 03 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Ele, o "pai" deve estar numa boa mesmo, pois como está bem claro, seus objetivos estão sendo atingidos, o oportunista agora vai conseguir se aproveitar um pouco mais para aumentar sua renda. Tirou o nome dos avós do simulado seqüestro (quem causou foi ele) por $150 mil dólares, agora quer receber um dinheiro que não é dele, pois ele vendeu fotos de seu filho na internet, ou alguém acha que ele vai devolver o dinheiro para quem comprou a ilusão de realmente estar ajudando? E quanto será que custará cada visita dos avós? Meu DEUS abre os olhos dos que ainda não foram incapazes de enxergar, há de haver a justiça nesse caso.

Eddie 5 de Janeiro de 2010 - 10:20:15

Michelle, você pede para lermos a carta do padrasto. Mas essa sua definição de seqüestro não é a mesma de seqüestro daquela no Direito Penal brasileiro. Por favor, leia a Convenção de Haia (do caso) e seus comentários para você entender. Se você não gostou, pode entrar em contato com nosso Congresso: Não seria melhor assim? Você não melhor do que tanta verborragia?

Eddie 5 de Janeiro de 2010 - 10:23:10

Só reparando minha última frase à Michelle:Você entrar em contato com o Congresso não seria melhor do que tanta verborragia?

mychelle 5 de Janeiro de 2010 - 13:20:59

Caro Eddie,

Tenho o prazer de responder-lhe, mas devo dizer que seu comentário é extremamente desnecessário, pois não tem coerência alguma com a realidade.
Quanto a Convenção de Haia já tenho conhecimento o suficiente, inclusive para explicar-lhe que a palavra "seqüestro" foi uma tradução infeliz da palavra abduction em inglês. O caso não trata o pai que foi privado do contato com seu filho, mas de um pai que se privou para caracterizar o "seqüestro" da Convenção de Haia, logo após cobrou 150 mil dólares para tirar o nome dos pais de sua ex-esposa do processo, que não deveria nem tê-los incluído.
Repito, não trata o caso em suas entrelinhas de um pai que luta pelo filho, mas de um oportunista que viu nisso uma forma de ganhar dinheiro.
Acredito que infelizmente estamos tão acostumados a ver a roubalheira, o oportunismo que alguns passaram a achar isso normal.
Deixo aqui meu desconsolo aos que não enxergam nada além de algumas leis sem levar em conta à amplitude de um caso concreto.

OBS:
Segue a Convenção de Haia para referência:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D34 13.htm

Eddie 5 de Janeiro de 2010 - 15:09:52

Oi Mychelle! Claro que meu comentário, em resposta ao seu, "não tem nenhuma coerência alguma com a realidade", e fico muito feliz por isso, pois a única parcela que conhece aquilo que você chama de realidade é a família do garoto, seus advogados e todos envolvidos no processo (digo o processo judicial). Daí, entendo que realmente não conheço a realidade do caso em si. Aliás, pelos seus comentários postados neste sítio, Mychelle, você parece conhecer muito bem do caso. Parece que obteve acesso ao processo; tudo bem.
Em relação ao meu comentário ser "extremamente desnecessário", como você disse, pode ser que seja, já que reflete, e se refere, a um comentário seu (aliás, o que dizer de seus longos e tão defendidos comentários?). Bom, mesmo sendo meu comentário "extremamente desnecessário", você preocupou-se e despendeu tempo para respondê-lo. Outrossim, eu não estou acostumado a ver "roubalheira". Nunca presenciei um furto. O que vejo são freqüentes notícias na mídia de que estes ou aqueles que teriam roubado, furtado ou teriam sido desonestos e tomara que sejam bem julgados e punidos aqueles que cometem tais barbaridades. Mas fico feliz por você enxergar àquilo que vai "além de algumas leis em conta da amplitude do caso concreto" (mesmo sendo um caso que só sei através da mídia); bom, você pode nos ajudar a saber mais do caso.
Em relação às idéias que você defende, do jeito que você trata aqui, só por curiosidade, me diz umas coisas: Por que, acima, em um de seus comentários (comentário feito por "Mychelle"), em relação ao tratamento que você dá aos outros comentários aqui postados, você usou a expressão "blá blá blá ..."? Você acha que tudo que se opõe às suas opiniões é "blá blá blá ..."? Você acha que só o que você defende é "a verdade" e a opinião das outras pessoas são "blá blá blá ..."? Você realmente acha isso legal? Não acha que teria sido desrespeitosa com os demais internautas? Outra: Por acaso, você tem filhos? Não é nada pessoal, só gostaria de te compreender melhor.

mychelle 6 de Janeiro de 2010 - 10:13:07

Caro Eddie,
Alguma vez você já ficou insatisfeito e completamente confiante de que alguma decisão proferida pelos julgadores de nosso país não foi correta? Por isso você entrou em contato com o Congresso? Ou melhor, você teve acesso? Caso tenha tido, adiantou alguma coisa??? Isso explica "desnecessário" e "sem coerência com a realidade".
bla bla bla referiu-se aos meus comentário, não direcionei à ninguém, ao contrário do seu comentário que tratou minhas opiniões expostas nos meus comentários como "verborragia". Releia o seu comentário sobre o meu, será que não está escrevendo agora exatamente o que tem feito? Eu jamais desrespeitei qualquer posição contrária no histórico de comentários, você percebeu? Porém defendo minha verdade e "parabenizo" alguns comentários com os quais eu concordo, e algumas reflexões que em minha opinião descrevem exatamente o caso.
De qualquer forma sou também muito grata pelo seu tempo despendido em sua resposta.
Se for possível, esqueça as leis, analise o caso como se nada tivesse sido determinado sobre isto. Tente enxergar um pouco mais friamente as atitudes do David, daí sim entenderá o que digo... (agora não vou ter tempo, mas vou colocar em itens alguns dos passos dele posteriormente, ok?)
Minha defesa não tem relação nenhuma com a avó ou padrasto, ou quem seja além do menor, acho sim que essas pessoas são as mais indicadas para cuidar do Sean juntamente com sua irmãzinha.
Até mais...!

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Mª Helena, de fato, nem sempre a melhor das opções para uma criança é a convivência com seus pais biológicos. No entanto, este é um entendimento que se encontra na categoria das EXCEÇÕES, o que só vem a confirmar a REGRA (filhos devem permanecer sob a responsabilidade de seus pais biológicos). Para que o caso do menino Sean pudesse ser tomado como exceção, deveriam haver indícios e provas de que o seu pai biológico não tivesse condições psiquicas, emocionais, financeiras, etc. para cuidar dele. Aqui, então, fazemos uso, nas suas devidas proporções, do princípio da inocência, a qual é presumível até que se prove o contrário. Do mesmo modo, não posso partir do pressuposto de que prevalece a má fé se não houver provas nesse sentido.

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

"Valhamedeus"!!!!! E por acaso o menino não é sange do mesmo sangue do sr. David não???
A srª Maria da Penha deveria reservar a si o direito de permanecer calada sob pena de dizer coisas que desabonem a sua sanidade mental!!!
Estou pasma...

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Repito, já que vc fala como se soubesse o que aconteceu na relação do casal, por favor, conte a todos nós!!! Continuamos morrendo de curiosidade!!!

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Maria da Penha, se a srª não sabe o que o "marido aprontou" então não possui nenhuma informação (muito menos prova) de que o garoto não pode ficar com o pai. Vc está se movendo unica e exclusivamente por um sentimento maternalista e xenófobo. Fico liviada em saber que, apesar de ter tido filhos (que risco!!!), vc mesma diz que os mesmos são bem criados e com formação superior (assim espero mesmo, pra felicidade deles). Por fim, a pior das contradições: se a vida ensinou-lhe a ser prática, porque então divagas tanto na defesa de uma opinião tão teórica, já que nunca passou por esta situação, na prática???? A srª está se comportando como a avó materna do garoto com sentimento de xenofobia e com alma de mau perdedor. Sem falar na notória superprotetividade que vc deixa transparecer (pareceu-me que criou os filhos com extrema superproteção, estou correta?).

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Do comentário da srª Shirley, assim como dos que o sucederam, só posso depreender que se o garoto Sean foi moeda de troca, ele o foi porque vocês o estão vendo como tal. O que percebi é que a associação entre a decisão do STF para entregar o menino ao pai biológico e a norma de isenção tributária direcionada ao Brasil foi feita pela imprensa (mais precisamente Jornal Nacional). Somente depois dessa associação de fatos é que algumas pessoas vieram tão somente reproduzir essa notícia como um ponto de vista.
A idéia da imprensa é: formar opinião. Ponto. Colocou na cabeça de alguns (dos que assim permitem, lógico) que a decisão do STF foi em troca de isenção tributária. Ponto. Foi o suficiente para aqueles que não sabem filtrar as informações que recebem tomarem a notícia como a maior verdade de todos os tempos.
Talvez sejamos todos massa de manobra, com a diferença de que alguns são mais, outros menos.

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Elaine 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Olá srª Maria da Penha. Como a srª deixou a mim uma pergunta, vamos à resposta: quando eu falo em filtrar as informações, falo especificamente das informações postas pela mídia. Não é de hoje que sabemos que as notícias veiculadas nos canais de comunicação são produzidas para surtir efeito, principalmente em relação à formação de opiniões, em especial sobre casos emblemáticos. Acho que agora fica claro que a minha referência não tem nenhuma relação com informações do caso concreto, já que, como não somos insertas nas famílias de Sean, não podemos afirmar nada (nem sobre o relacionamento dos pais do garoto, nem sobre os motivos que fizeram a mãe permanecer no Brasil), pois nada sobre isso conhecemos. Como o caso em questão envolve preceitos jurídicos, estes devem ser adequados à realidade apresentada ao Poder Judiciário competente para resovê-lo. Resumo em três pontos distintos: 1º A filtragem de informações é referente às informações transmitidas pela mídia, as quais são devidamente construidas com finalidades específicas. Ou seja, temos que ter muito cuidado em sair por aí reproduzindo o que ouvimos nos jornais sob pena de estarmos fazendo papel de soldados que sofreram lavagem cerebral; 2º As informações sobre os detalhes concernentes à família de Sean certamente encontram-se com riqueza de detalhes nos autos do processo judicial, sobre o qual não podemos emitir juízo de valor pelo fato de não conhecermos dele; 3º As opiniões aqui postas são de toda ordem, jurídicas, sentimentais, psicológicas, mas acima de tudo, emitida por pessoas que acham que estão sendo justas com a causa, quando na verdade somente as partes envolvidas vão poder sentir na pele a justiça (ou injustiça, caso assim prefira), realizada. Um bom remédio para casos como esse é nos colocarmos nos lugares de todas as partes envolvidas para sabermos onde realmente se estaria fazendo a injustiça, acho que é o mais perto que podemos chegar do caso concreto.
Um notável 2010 para a srª também.

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Luciano 05 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Raquel,gostei muito do seu posicionamento, mas na realidade, é crime de sequestro previsto na legislação dos EUA, tanto é que, na época, o Promotor eleito (porque lá, ao contrário do Brasil, não é concurso, mas sim eleição) ofertou uma demanda, mas em decorrência do falecimento da mãe, foi arquivada, segundo jornais locais, pois na época, o caso não tinha tanto glamour como hoje... Gostaria de falar com vc por email tbém.... marcoslucianoadv@hotmail.com
Abraços

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Thayse Barreto 06 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Senhores,

afinal o que importa que a criança finalmente está ao lado do pai, lugar seu de direito e de dever. A justiça moral foi realizada e o respeito as legislações imperou. A convenção de Haia foi devidamente respeitada, e espero que caso uma criança brasileira perca sua mãe ou seu pai americano, seja através do respeito devido a referida Convenção, entregue também a seu genitor(a) brasileiro(a) caso este(a) decida pleitear a guarda do herdeiro.
Feliz Ano Novo a todos.

*Quanto a pressão política por trás dos bastidores... não podemos fazer ouviso moucos e olhos cegos a realidade... Infelizmente o jogo político manobra e muito a vida em sociedade, tanto do ponto-de-vista jurídico, quanto médico, econômico, social.... e derivados.
É errado? Sim! Necessário? Talvez. Se pelas vias imparciais algumas pessoas se recusam a cumprir a justiça, muitas vezes precisam de uma pressão para fazer o que é certo. Exemplos ao longo da história não nos faltam. O caso de Sean é apenas um dentre muitos... Infelizmente é a nossa realidade. E como dizia Maquiavel... um Governante para manter o poder, precisa ser flexível e se adaptar a realidade. Mas no meu conceito, sem jamais abrir mão de seus princípios. E nós como operadores do Direito, devemos acima de tudo primar pela justiça, decoro, honestidade e celeridade.
Até Breve.

Thayse Barreto 6 de Janeiro de 2010 - 13:13:09

Concerto: * Ouvidos Moucos

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Thayse 08 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada

Sr. Oliveira,

por gentileza, vamos manter aqui o decoro, o respeito e a civilidade. E por gentileza, não ofenda a uma morta, uma mulher que sequer está aqui para se defender. Ninguém sabe o que motivou a vinda dela para o Brasil e nem nos cabe condená-la. Isso é a mais pura falta de humanismo. O senhor mesmo não sabe o dia de amanhã e nunca devemos dizer que "desta água não beberemos" porque o mundo muda sempre. Ninguém aqui é Deus para condenar alguém. Estamos aqui para discutirmos nossos pontos de vista, sobre o que é mais justo ou não. Sobre o que é legal (juridicamente falando) e sobre o que é justo (moralmente falando).
Ela veio para o Brasil e ponto. Isso é apenas um fato. O equívoco está em ter privado o filho da convivência com o pai e vice-versa. Afinal o pai tem o direito jurídico e moral de ver e conviver com o filho. E o menino de ver e conviver com o pai. A família brasileira violou esse direito ponto. Então só podemos opinar sobre isso. Sobre o desrespeito patente que houve à lei e ao que é correto.
Feliz Ano Novo.

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mario 14 de Setembro de 2010 » postado em notícia relacionada

para Raquel. parabens pela sua coragem e paz-ciencia...olha morei 14 anos nos UE,sei o que passei e o que muitaqs brasileiraqs passam...e uma justiça incompetente advogados inescrupulosos,cidadoes doentes mentalmente falando e moralmente tambem...olha e a brasileirada ler o livro dos cientistas americanos a respeito da vida matrimonial e sexual dos americanos - as maiore causas dos divorsios entre eles mesmo, e um foto muito interessante , o quaqnto muitas mulheres americanas tem que fugir com os filhos por causa de doenças mentais e morais de maridos mas que os advogados nao conseguem provas perante a corte, a associaçao dessas mulheres ate financiou um filme baseado em estoria verdadeira, de uma medica- e ainda tem o lado de que as maes querem poupar os filhos de certas coisas...quanto ao ministro mostrou mais uma vez que somos um povo tupiniquim nao soube ele e o presidente atual explicar ao mundo e aos estetes que o caso era familiar e nao politica - nao houve sequestro se o filho estava com a mae ainda mais que estaq compareceu a justiça brasileiraq, onde ela sabia que seria reepeitada como gente....

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Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2044109/meu-coracao-estavazio-diz-avo-apos-partida-de-sean

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